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<title>Social Media</title>
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<title>O que é Mídia Social?</title>
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<description>Esses dias o Träsel me fez essa pergunta, que há algum tempo eu discutia com a Giseleh. Como definir mídia social? E daí que eu fiquei pensando no que seriam realmente esses sistemas e na minha percepção deles e resolvi jogar a discussão aqui no blog. Definindo Mídia Social Mídia social para mim é aquela ferramenta de comunicação que permite a emergência das redes sociais. Para permitir que as redes sociais emerjam, esses meios de comunicação precisam subverter a lógica da mídia de massa (um-&gt;todos) para a lógica da participação (todostodos) (como o Palacios já falava desde 1995). Mídia social, assim, é social porque permite a apropriação para a sociabilidade, a partir da construção do espaço social e da interação com outros atores. Ela é diferente porque permite essas ações de forma individual e numa escala enorme. Ela é diretamente relacionada à Internet por conta da expressiva mudança que a rede proporcionou. Mas não acho que seja, como muitos explicam, uma característica da chamada Web 2.0. Acho que foi sim, reforçada nos últimos anos, mas sempre esteve presente enquanto potencial da Internet (lembro, por exemplo, das listas de discussão, fanzines online e etc. que são bem anteriores. O próprio Rheingold fala da The Well no &quot;A Comunidade Virtual&quot;, que poderia muito bem ser enquadrada como mídia social a partir da minha definição ainda no início da década de 90.) A danah boyd fala em um artigo que existem públicos mediados em espaços mediados e explica que há quatro características desses espaços que seriam diferentes e fundamentais: persistência, searchability (&quot;procurabilidade&quot;), replicabilidade e audiências invisíveis. Essas quatro características são aquelas que possibilitam, na minha opinião, o surgimento da chamada mídia social junto aos públicos. É o fato de que é possível dizer e as &quot;falas&quot; persistem no espaço da mídia social, por exemplo, que há a possibilidade de construção de conversação assíncrona. É devido à característica da invisibilidade das audiências que formas de capital social diferenciadas são criadas. No entanto, não diria que essas são características da mídia social, mas unicamente do ambiente onde essa mídia emerge. Assim, quais seriam as características da mídia social? Características da Mídia Social A mídia social, para mim, teria ainda alguns elementos especiais, que a diferenciam das demais ferramentas de comunicação. Esses elementos caracterizam esse tipo de ferramenta diante da minha definição. Apropriação Criativa: Os usos da mídia social são sempre criativos, diferentes do propósito original, dentro da lógica dos usos que o André Lemos apresenta no seu livro, &quot;Cibercultura&quot;. Inclusive, a apropriação da mídia social é um forte indicativo de sua pertinência e vida junto a um grupo social. Na mídia social, esses usos seriam uma constante da presença de novos grupos e sua construção como artefato cultural desses. Uma mídia social que deixa de apresentar usos criativos está fadada. Conversação: Mídia social é conversação. Mais do que a mera participação, ela permite que os atores possam engajar-se de forma coletiva, através da cooperação e mesmo, da competição. Assim, a possibilidade de conversação síncrona ou assíncrona é uma característica desse tipo de ferramenta. Por isso, mídia social é tão relacionada ao buzz das redes. Diversidade de Fluxos de informações: A mídia social permite que vários fluxos de informações diferentes circulem através das estruturas sociais estabelecidas nela. Esses fluxos podem ser, inclusive, opostos, e podem gerar mobilização social, bem como capital social e discussão. A diversidade desses fluxos é uma característica desse tipo de mídia, conseqüência direta da Sociedade da Informação e das trocas sociais dos atores. Emergência de Redes Sociais: A mídia social possibilita a emergência de redes sociais através de sua apropriação e conversação. Isso se deve ao fato de ela permitir que os rastros da interação fiquem visíveis, permitam que a interação seja extendida no tempo e que as redes sociais sejam mais observáveis. A mídia social, assim, complexifica o espaço social, permitindo novas emergências de grupos. Esses grupos podem constituir-se também como comunidades virtuais. Emergência de Capital Social Mediado: A mídia social possibilita que novas formas de capital social surjam e sejam apropriadas. Ela permite também a criação de valores coletivos e individuais mais facilmente perceptíveis pelos atores da rede. É por conta disso que a apropriação pode ser modificada e reconstruída nesses espaços diante dos valores concebidos pelos grupos. Esse capital tem o diferencial de ser independente da interação direta: é possível ter acesso aos valores construídos por um grupo sem fazer parte dele - daí os freeriders-, e também é possível apropriar-se desse capital e transformá-lo em outro tipo de valor - buscar uma informação altamente especializada, por exemplo. Assim, do meu ponto de vista, a mídia social é um tipo diferente de meio que é também artefato cultural, que não possui nem as funções e nem as características do discurso da mídia tradicional. Ela é um meio fundamentalmente social, que atua na informação como conseqüência disso. Mídia social poderia também ser discutida como micromídia, como a Adriana Amaral aponta na tese dela (2005), no sentido de sua apropriação individual e social. Reflexões em progresso a respeito do assunto. :-)...</description>
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<content:encoded><![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="midiasocial.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/midiasocial.jpg" width="232" height="195" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Esses dias o <a href="http://www.insanus.org/martelada/" target=_blank>Träsel</a> me fez essa pergunta, que há algum tempo eu discutia com a <a href="http://giseleh.com/" target=_blank>Giseleh</a>. Como definir mídia social? E daí que eu fiquei pensando no que seriam realmente esses sistemas e na minha percepção deles e resolvi jogar a discussão aqui no blog.
<BR><BR>
<strong>Definindo Mídia Social</strong>
<BR><BR>
<strong>Mídia social</strong> para mim é aquela <strong>ferramenta de comunicação</strong> que permite a <strong>emergência das redes sociais</strong>. Para permitir que as redes sociais emerjam, esses meios de comunicação precisam subverter a lógica da mídia de massa (um->todos) para a lógica da participação (todos<->todos) (como o <a href="http://gjol.blogspot.com/" target=_blank>Palacios</a> já falava desde 1995). Mídia social, assim, é <strong>social porque permite a apropriação para a sociabilidade</strong>, a partir da construção do espaço social e da interação com outros atores. Ela é diferente porque permite essas ações de forma individual e numa escala enorme. Ela é diretamente relacionada à Internet por conta da expressiva mudança que a rede proporcionou. Mas <strong>não acho que seja</strong>, como muitos explicam, <strong>uma característica da chamada Web 2.0</strong>. Acho que foi sim, reforçada nos últimos anos, mas sempre esteve presente enquanto potencial da Internet (lembro, por exemplo, das listas de discussão, fanzines online e etc. que são bem anteriores. O próprio<a href="http://www.rheingold.com/" target=_blank> Rheingold</a> fala da The Well no "A Comunidade Virtual", que poderia muito bem ser enquadrada como mídia social a partir da minha definição ainda no início da década de 90.)
<BR><BR>
 A <a href="http://kt.flexiblelearning.net.au/tkt2007/edition-13/social-network-sites-public-private-or-what/" target=_blank>danah boyd fala em um artigo</a> que existem <strong>públicos mediados em espaços mediados</strong> e explica que há quatro características desses espaços que seriam diferentes e fundamentais: persistência, searchability ("procurabilidade"), replicabilidade e audiências invisíveis. Essas quatro características são aquelas que possibilitam, na minha opinião, o surgimento da chamada mídia social junto aos públicos. É o fato de que é possível dizer e as "falas" persistem no espaço da mídia social, por exemplo, que há a possibilidade de construção de conversação assíncrona. É devido à característica da invisibilidade das audiências que formas de capital social diferenciadas são criadas. No entanto, <strong>não diria que essas são características da mídia social</strong>, mas unicamente do ambiente onde essa mídia emerge. Assim, quais seriam as características da mídia social?
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<strong>Características da Mídia Social</strong>
<BR><BR>
A mídia social, para mim, teria ainda alguns elementos especiais, que a diferenciam das demais ferramentas de comunicação. Esses elementos caracterizam esse tipo de ferramenta diante da minha definição. 
<ul>
	<li><strong>Apropriação Criativa:</strong> Os usos da mídia social são sempre criativos, diferentes do propósito original, dentro da lógica dos usos que o <a href="http://www.andrelemos.info/" target=_blank>André Lemos</a> apresenta no seu livro, "Cibercultura". Inclusive, a apropriação da mídia social é um forte indicativo de sua pertinência e vida junto a um grupo social. Na mídia social, esses usos seriam uma constante da presença de novos grupos e sua construção como artefato cultural desses. Uma mídia social que deixa de apresentar usos criativos está fadada.</li>
</ul>
<ul>
	<li><strong>Conversação</strong>: Mídia social é conversação. Mais do que a mera participação, ela permite que os atores possam engajar-se de forma coletiva, através da cooperação e mesmo, da competição. Assim, a possibilidade de conversação síncrona ou assíncrona é uma característica desse tipo de ferramenta. Por isso, mídia social é tão relacionada ao <em>buzz</em> das redes. </li>
</ul>
<ul>
	<li><strong>Diversidade de Fluxos de informações</strong>: A mídia social permite que vários fluxos de informações diferentes circulem através das estruturas sociais estabelecidas nela. Esses fluxos podem ser, inclusive, opostos, e podem gerar mobilização social, bem como capital social e discussão. A diversidade desses fluxos é uma característica desse tipo de mídia, conseqüência direta da Sociedade da Informação e das trocas sociais dos atores. </li>
</ul>
<ul>
	<li><strong>Emergência de Redes Sociais</strong>: A mídia social possibilita a emergência de redes sociais através de sua apropriação e conversação. Isso se deve ao fato de ela permitir que os rastros da interação fiquem visíveis, permitam que a interação seja extendida no tempo e que as redes sociais sejam mais observáveis. A mídia social, assim, complexifica o espaço social, permitindo novas emergências de grupos. Esses grupos podem constituir-se também como comunidades virtuais.</li>
</ul>
<ul>
	<li><strong>Emergência de Capital Social Mediado</strong>: A mídia social possibilita que novas formas de capital social surjam e sejam apropriadas. Ela permite também a criação de valores coletivos e individuais mais facilmente perceptíveis pelos atores da rede. É por conta disso que a apropriação pode ser modificada e reconstruída nesses espaços diante dos valores concebidos pelos grupos. Esse capital tem o diferencial de ser independente da interação direta: é possível ter acesso aos valores construídos por um grupo sem fazer parte dele - daí os freeriders-, e também é possível apropriar-se desse capital e transformá-lo em outro tipo de valor - buscar uma informação altamente especializada, por exemplo.</li>
</ul>
<BR><BR>
Assim, do meu ponto de vista, a mídia social é um tipo diferente de meio que é também artefato cultural, que não possui nem as funções e nem as características do discurso da mídia tradicional. Ela é um meio fundamentalmente social, que atua na informação como conseqüência disso. Mídia social poderia também ser discutida como micromídia, como a <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target=_blank>Adriana Amaral</a> aponta <a href="http://www.pucrs.br/famecos/pos/download/tese_adrianaamaral.pdf" target=_blank>na tese dela</a> (2005), no sentido de sua apropriação individual e social. Reflexões em progresso a respeito do assunto. :-)


</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_que_e_midia_social.html#comments" title="Comment on: O que é Mídia Social?">Comentarios (10)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.bitpapo.com.br" href="http://www.bitpapo.com.br" rel="nofollow">Sec2o</a> on 
out  2, 2008  3:01 PM) 

algumas perguntas que me vieram à mente:

não tem como controlar, certo? não tem como ser onipresente, certo? não tem como moderar/censurar, certo?

o que a publicidade precisa fazer para não ficar de fora? porque acho que o problema não está só nas marcas, mas sim principalmente no modelo tradicional de publicidade, que se apropria do tempo e do espaço das pessoas.

Até me vêem algumas respostas-padrão para isso, mas será que o modelo realmente não está em cheque, como disse a Marta neste post - http://bonafidemarketinggenius.com/2008/10/01/why-traditional-advertising-is-kinda-fked-and-what-they-should-do-about-it/ ?

até</p>
<p>(<a title="http://www.insanus.org/martelada" href="http://www.insanus.org/martelada" rel="nofollow">Träsel</a> on 
out  2, 2008  3:09 PM) 

Bons insights. O grande problema é que "mídia" e "social" são termos de significado muito amplo. Por exemplo, as idéias expressas no teu texto partem da premissa de que ferramentas como blogs, microblogs, videologs, fotologs e Orkuts e Facebooks da vida sejam todos mídia. Mas serão mesmo? Ou se tornam mídia quando apenas quando as redes sociais emergem? Telefone, por exemplo, nunca foi considerado mídia (ao menos pela maioria dos pesquisadores) por ser bidirecional. Há até quem discuta se a própria Web é mídia.

Já social tem o problema de que tudo o que um ser humano faz é, em algum aspecto, social. Até mesmo escrever um diário privado depende de a pessoa estar integrada a uma coletividade.

Enfim, só algumas idéias que têm me atormentado quando penso em como conceituar mídia social.</p>
<p>(<a title="http://palavrasecoisas.blogspot.com" href="http://palavrasecoisas.blogspot.com" rel="nofollow">Adriana Amaral</a> on 
out  2, 2008  5:21 PM) 

Raquel, obrigada por citar essa questão da micromídia, mas quem propôs foi a Sarah Thornton em seu estudo sobre os usos e apropirações das mídias pelos clubbers em 1996 e ela nem chega a entrar na internet. Na minha tese, eu falo brevemente sobre isso (não consegui catar a página aqui, outro dia eu acho), uma vez que toda a constituição discursiva, de práticas, usos, etc da rede segue de certa fórmula uma lógica similar a algo que só era possível nos antigos fanzines mimeografados, flyers de festas e boca-a-boca, etc. 

Bem antes da cauda longa ela já falava sobre a mídia de nicho. Para ela essas mídias são complementares às mídias mainstream por darem visibilidades às subculturas de forma bottom-up.

Como temos visto pelas fragmentações subculturais (estou usando esse termo, mas se fôssemos seguir a Thornton e outros autores seriam pós-subculturais) na rede, as mídias sociais poderiam ser analisadas como um misto entre mídia de nicho e micromídia, onde emergem redes sociais e comunidades, mas que prescindem do DIY, como tu mesma aponta ai na tua discussão. 

Mesmo assim, o termo mídia social ainda me incomoda bastante, tanto quanto Web 2.0

Eu teria mais algumas coisas pra falar sobre a questão do artefato cultural, que como tu bem sabes é um conceito que tenho trabalhado, mas tô com dor de cabeça então fica pra depois :)</p>
<p>(<a title="http://www.papodehomem.com.br" href="http://www.papodehomem.com.br" rel="nofollow">Guilherme Nascimento Valadares</a> on 
out  2, 2008  5:21 PM) 

Social Media me faz pensar logo de estalo em palavras-chaves:

digital, compartilhado, colaborativo, etc

A própria definição do termo não vem de um parágrafo enxuto, conciso e acadêmico. Vem de tags!

Melhor não fica.</p>
<p>(<a title="http://palavrasecoisas.blogspot.com" href="http://palavrasecoisas.blogspot.com" rel="nofollow">Adriana Amaral</a> on 
out  2, 2008  5:23 PM) 

A dor de cabeça está tanta que cometi alguns erros atrozes de portugues q nao tenho como editar aqui no comment, mas espero que tenha dado pra entender de qqer forma. Vou ali deitar pra ver se melhoro.</p>
<p>(<a title="http://www.modafinil.wordpress.com" href="http://www.modafinil.wordpress.com" rel="nofollow">Ânngelo</a> on 
out  2, 2008  5:33 PM) 

Oi Raquel, eu assino o blog via rss, mas depois de ler o texto tive que vir aqui comentar.

Muito bom o texto. E sempre muito difícil explicar para as pessoas o que é Social Media. 
Agora, graças ao seu post,tenho um link certo para encaminhar e me  ajudar na explicação.

</p>
<p>(<a title="http://governabilidade.blogspot.com" href="http://governabilidade.blogspot.com" rel="nofollow">Henrique Antoun</a> on 
out  2, 2008  9:44 PM) 

Passei aqui depois que o Caribé comentou o texto no twitter com link! :-) Mídia social é um termômetro para a demanda de participação das populações como remediação para o estado de arte da tv. Quando o processo de empurrar pela goela à baixo dos outros (eufemisticamente referido como "tecnologia push") a informação que foi paga para ser dada se torna soberano (1984), surgem os hackers que invadem redes (cDc - cult of Death cow) e os grupos de discussão da USENET. Pouca gente parece disposta a tirar conclusões dos fatos que estão expostos para quem quiser ver. É como se fosse casual que o P2P seja o modelo dos negócios de sucesso na rede. Agora mesmo, na eleição americana, McCain pagou uma nota preta ao Google e Digg para aparecer no topo dos resultados sem nenhuma melhora assinalável. Hillary montou uma campanha caríssima e imbatível no velho modelo de massa. Enquanto isso Obama que desenvolveu a candidatura dele desde 3 anos atrás através do Move On e blog boomers detonou os dois gastando muito menos que eles. A Internet é mídia social porque as populações ficaram de saco cheio de ouvirem caladinhas.</p>
<p>(<a title="http://www.diversita.blog.br" href="http://www.diversita.blog.br" rel="nofollow">Ricardo Oliveira</a> on 
out  3, 2008  7:40 PM) 

Raquel, ótimas considerações mesmo. Acho que vc está certíssima ao afirmar que mídias sociais não dependem exatamente da Web 2.0. Mas, no estudo que fiz durante minha mono, percebi que o que a Web 2.0 influencia nesse contexto, é numa questão técnica mesmo. A partir de novos aplicativos, somados aos CMS, a gente pode se deparar com uma emergência do uso dessas mídias. Seja no um/todos ou no todos/todos. Ou seja, antes podiam até existir fanzines eletrônicos, mas dava um trabalho monstro criá-los, porque o editor precisava contratar alguém ou ele mesmo entender de HTML para montar seu site. Hoje não, basta se cadastrar em qualquer serviço de blogging que a coisa anda. E estes serviços estão imergidos justamente no que o pessoal do livro Planeta Web 2.0 chama de princípcios dessa segunda geração da web. Mashups, redes sociais, cultura colaborativa,  inteligencia coletiva, etc etc. 

Um artigo que está pra sair e que eu ainda não li, é do Marcos Nicolau, aqui da UFPB, que defende a idéia de que, na verdade, todas as mídias estão se transformando em mídias de relacionamento ou de socialidade. É algo a se pensar. Pq é uma tendência clara que os meios de funções massivas vão usufruir cada vez mais de funções pós-massivas, vivendo uma nova remediação, como defende o André Lemos. 

abraço's</p>
<p>(<a title="http://www.diversita.blog.br" href="http://www.diversita.blog.br" rel="nofollow">Ricardo Oliveira</a> on 
out  3, 2008  7:42 PM) 

Ah, e minha mono tá disponível aqui [ http://diversita.blog.br/blog/2008/09/12/monografia-o-retorno/ ]. Seria um prazer gigante ter sua opinião sobre ela. Será publicada por uma editora independente até o fim do ano. Té+</p>
<p>(<a title="http://www.gutierrez.pro.br" href="http://www.gutierrez.pro.br" rel="nofollow">Suzana Gutierrez</a> on 
out  4, 2008  8:19 PM) 

Oi Raquel

Sigo a Adriana na maior parte dos argumentos que ela trouxe. Os conceitos de midia social e web 2.0 precisam mesmo de uma discussão cada vez que adentram a cena.

A hype em torno do uso destes termos tende a gerar bastante confusão.

A mim preocupa o aspecto estático que a maioria das definições proporciona, focando ora no suporte, ora na rede social possivelmente criada (embora o dinamismo da rede). Falta uma centralidade no processo, nas relações sociais que, elas sim, vão determinar "momentos midia social".

Nestas, o Orkut não é uma midia social e tampouco a comunidade X do orkut o é. Na relação tá a coisa.

Não estou muito boa com as palavras hoje, mas é por aí que ando pensando.

abraço!

Su
</p>
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<dc:subject>mídia social</dc:subject>
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<title>Drops de Quarta</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_quarta.html</link>
<description>Coisas para acompanhar e notícias importantes de hoje: # Digital Age 2.0 - Não pude participar do evento, apesar do convite do pessoal do IDGNow! (valeu Guilherme!), mas dá para acompanhar as palestras pelo Twitter do DigitalAge ou pela cobertura em tempo real do IDG Now!, que está agregando os twits sobre o assunto. Recomendo fortemente que acompanhem, especialmente as palestras do Lawrence Lessig, do Seth Godin e da danah boyd. A danah é quem vai abordar mais a questão das redes sociais e fala amanhã. Um pequeno aperitivo pode ser visto em uma de suas últimas palestras aqui (texto) e aqui (vídeo). # O Facebook liberou seu conjunto de dados para o público em geral - e para pesquisa. É preciso pedir para ter acesso aos dados, que estão anônimos. Tem um guia que permite que se tenha uma idéia de que tipo de dado dá para ter acesso e como. Ainda não recebi o acesso aos dados para ver exatamente o que dá para fazer e se é possível &quot;localizá-los&quot; (no caso, ter acesso apenas aos dados do Brasil, por exemplo), vou testar e escrevo mais durante a semana. O Fred Stutzman, que vem pesquisando o Facebook há um tempão, está discutindo que o anonimato dos dados é relativo e que é possível descobrir quem é quem nas redes. Lembrando também que, quando a AOL fez isso, houve um grande debate sobre o anonimato dos indivíduos que estavam no material. De qualquer forma, pesquisadores, aproveitem enquanto podem. :-)...</description>
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<content:encoded><![CDATA[Coisas para acompanhar e notícias importantes de hoje:
<BR><BR>
# <a href="http://www.digitalage20.com.br/" target=_blank><strong>Digital Age 2.0</strong></a> - Não pude participar do evento, apesar do convite do pessoal do <a href="http://idgnow.uol.com.br/" target=_blank>IDGNow!</a> (valeu <a href="http://chaquente.com/" target=_blank>Guilherme</a>!), mas dá para acompanhar as palestras pelo Twitter do <a href="http://twitter.com/digitalage20" target=_blank>DigitalAge</a> ou pela <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/digitalage" target=_blank>cobertura em tempo real </a>do IDG Now!, que está agregando os twits sobre o assunto. Recomendo fortemente que acompanhem, especialmente as palestras do <strong>Lawrence Lessig, do Seth Godin e da  danah boyd</strong>. A danah é quem vai abordar mais a questão das redes sociais e fala amanhã. Um pequeno aperitivo pode ser visto em uma de suas últimas palestras <a href="http://www.danah.org/papers/talks/MSR-NE-2008.html" target=_blank>aqui (texto)</a> e <a href="http://research.microsoft.com/CONFERENCES/MSRNEOpening/agenda.aspx" target=_blank>aqui (vídeo)</a>.
<BR><BR>
# O <strong>Facebook</strong> liberou <a href="http://dvn.iq.harvard.edu/dvn/dv/t3" target=_blank>seu conjunto de dados</a> para o público em geral - e para pesquisa. É preciso pedir para ter acesso aos dados, que estão anônimos. Tem <a href="http://dvn.iq.harvard.edu/dvn/FileDownload/?fileId=1248466&vdcId=196&xff=0" target=_blank>um guia</a> que permite que se tenha uma idéia de que tipo de dado dá para ter acesso e como. Ainda não recebi o acesso aos dados para ver exatamente o que dá para fazer e se é possível "localizá-los" (no caso, ter acesso apenas aos dados do Brasil, por exemplo), vou testar e escrevo mais durante a semana. O Fred Stutzman, que vem pesquisando o Facebook há um tempão, <a href="http://fstutzman.com/2008/09/29/facebook-datasets-and-private-chrome/" target=_blank>está discutindo que o anonimato dos dados é relativo</a> e que é possível descobrir quem é quem nas redes. Lembrando também que, <a href="http://www.techcrunch.com/2006/08/06/aol-proudly-releases-massive-amounts-of-user-search-data/" target=_blank>quando a AOL fez isso</a>, houve um grande debate sobre o anonimato dos indivíduos que estavam no material. De qualquer forma, pesquisadores, aproveitem enquanto podem. :-)
</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
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<dc:date>2008-10-01T10:27:24-03:00</dc:date>
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<title>Gerando Grafos no Excel</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/gerando_grafos_no_excel.html</link>
<description>Vi no blog do Marc Smith (que anunciou ontem estar deixando a Microsoft Research uma grande perda, na minha opinião, para o time de Redes Sociais deles) que seu time desenvolveu um add-in para o Excel que permite que um novo tipo de gráfico seja gerado a partir dos dados do programa: um gráfico de rede. O NetMap permite gerar um grafo de rede inteira ou um grafo direcionado a partir de uma tabelinha básica do Excel. Dá para colocar as relações entre os nós e construir a matriz que o add-in gera o grafo depois de forma automática, permitindo, inclusive, alguns cálculos e observações na montagem do grafo. (Tem um menu específico nessa nova versão.) Eu usava o Excel para construir as matrizes e depois tinha que exportar os dados para um programa que &quot;desenhasse&quot; o grafo e extraísse propriedade dos dados - como o NetDraw ou o Pajek, por exemplo. Agora essa ferramenta do Excel parece bastante útil, pois permite várias &quot;brincadeiras&quot; com o grafo gerado. Alguns senões: Só tem versão para o Office 2007 e para Windows. :(...</description>
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<content:encoded><![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="abpoliticsnetmap-sept-2-300x215.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/abpoliticsnetmap-sept-2-300x215.jpg" width="300" height="215" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Vi no <a href="http://www.connectedaction.net/2008/09/29/excel-netmap-social-networking-tools-for-office-2007/" target=_blank>blog do Marc Smith</a> (que <a href="http://www.connectedaction.net/2008/09/29/farewell-to-microsoft-after-ten-great-years/" target=_blank>anunciou ontem estar deixando a Microsoft Research</a> uma grande perda, na minha opinião, para o time de Redes Sociais deles) que seu time desenvolveu um add-in para o Excel que permite que <strong>um novo tipo de gráfico seja gerado a partir dos dados do programa</strong>: <strong>um gráfico de rede</strong>. O  <a href="http://www.codeplex.com/netmap" target=_blank>NetMap</a> permite gerar um grafo de rede inteira ou um grafo direcionado a partir de uma tabelinha básica do Excel. Dá para colocar as relações entre os nós e construir a matriz que o add-in gera o grafo depois de forma automática, permitindo, inclusive, alguns cálculos e observações na montagem do grafo. (Tem um menu específico nessa nova versão.)
<BR><BR>
Eu usava o Excel para construir as matrizes e depois tinha que exportar os dados para um programa que "desenhasse" o grafo e extraísse propriedade dos dados - como o NetDraw ou o Pajek, por exemplo. Agora essa ferramenta do Excel parece bastante útil, pois permite várias "brincadeiras" com o grafo gerado. Alguns senões: Só tem versão para o Office 2007 e para Windows. :(</p>
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]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-30T12:42:33-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Drops de Sábado</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_sabado.html</link>
<description>Mais atualizações interessantes, desta vez, com o foco na ferramenta de microblogging Twitter, que tem interessado as discussões e os trabalhos meus e do grupo de pesquisa. # O novo site para as eleições americanas feito pelo Twitter e os comentários recebidos. # Don Reisinger, no no Techcrunch, comenta o site das eleições e explica por quê o Twitter precisa fazer mais. Fala da concorrência e basicamente aponta para a necessidade de ferramentas agregadoras no sistema. Eu diria que o Twitter tem poucas referências que permitam a coesão da conversação, dificultando, assim, seu aspecto social, que é um argumento semelhante ao levantando pelo autor. A delimitação de grupos, como ele sugere, parece ser uma boa alternativa para melhorar o fluxo conversacional ali. # Ainda sobre o sistema, procurei artigos que analisassem os usos do Twitter fora do Brasil e encontrei: Why We Twitter: Understanding Microblogging Usage and Communities, Akshay Java; Xiaodan Song; Tim Finin e Belle Tseng; que faz uma boa análise quantitativa desses usos; A dissertação Twitter: Expressions of the Whole Self: An investigation into user appropriation of a web-based communications platform, do Edward Mischaud; O artigo Beyond microblogging: Conversation and collaboration via Twitter da Courtenay Honeycutt e da Susan Herring, que está servindo de base para alguns papers que estamos terminando no grupo de pesquisa....</description>
<guid isPermaLink="false">3818@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="twitter.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/twitter.jpg" width="143" height="53" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Mais atualizações interessantes, desta vez, com o foco na ferramenta de microblogging Twitter, que tem interessado as discussões e os trabalhos meus e do grupo de pesquisa. 
<BR><BR>
# O <a href="http://blog.twitter.com/2008/09/of-people-by-people-for-people.html" target=_blank>novo site</a> para as eleições americanas feito pelo Twitter e os <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/twitter_election_site.php" target=_blank>comentários recebidos</a>. 
<BR><BR>
# Don Reisinger, no <a href="http://www.techcrunch.com/2008/09/26/why-twitter-needs-to-do-more/" target=_blank>no Techcrunch</a>, comenta o site das eleições e explica por quê o Twitter precisa fazer mais. Fala da concorrência e basicamente aponta para a necessidade de ferramentas agregadoras no sistema. Eu diria que o Twitter tem poucas referências que permitam a coesão da conversação, dificultando, assim, seu aspecto social, que é um argumento semelhante ao levantando pelo autor. A delimitação de grupos, como ele sugere, parece ser uma boa alternativa para melhorar o fluxo conversacional ali.
<BR><BR>
# Ainda sobre o sistema, procurei artigos que analisassem os usos do Twitter fora do Brasil e encontrei:
<ul>
	<li><a href="http://ebiquity.umbc.edu/get/a/publication/369.pdf" target=_blank>Why We Twitter: Understanding Microblogging Usage and Communities</a>, Akshay Java; Xiaodan Song; Tim Finin e Belle Tseng; que faz uma boa análise quantitativa desses usos;</li>
</ul>
<ul>
	<li>A dissertação <a href="http://www.lse.ac.uk/collections/media@lse/mediaWorkingPapers/MScDissertationSeries/Mishaud_Final.pdf" target=_blank>Twitter: Expressions of the Whole Self: An investigation into user appropriation of a web-based communications platform</a>, do Edward Mischaud;
</li>
</ul>
<ul>
	<li>O artigo <a href="http://ella.slis.indiana.edu/~herring/honeycutt.herring.2009.pdf" target=_blank>Beyond microblogging: Conversation and collaboration via Twitter </a>da Courtenay Honeycutt e da Susan Herring, que está servindo de base para alguns papers que estamos terminando no grupo de pesquisa.</li>
</ul>

</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_sabado.html#comments" title="Comment on: Drops de Sábado">Comentarios (4)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://monitorando.wordpress.com" href="http://monitorando.wordpress.com" rel="nofollow">rogerio christofoletti</a> on 
set 27, 2008  8:34 PM) 

Dicas sensacionais, Raquel!
Obrigado. abs</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel Recuero</a> on 
set 29, 2008  8:36 AM) 

Rogério: Eu também demorei pra achar, por isso pensei que podiam interessar a outros pesquisadores. :)</p>
<p>(<a title="http://psicopanda.blogspot.com" href="http://psicopanda.blogspot.com" rel="nofollow">Brunoh</a> on 
set 29, 2008 10:45 AM) 

Raquel, estou fazendo um projeto de pesquisa sobre o orkut na  minha universidade e seu site me ajudou bastante, muito obrigado por disponibilizar seus artigos. =)</p>
<p>(<a title="http://novasm.blogspot.com" href="http://novasm.blogspot.com" rel="nofollow">Carlos d'Andréa</a> on 
set 30, 2008  9:43 AM) 

Interessante acompanhar o aparecimento dos primeiros estudos sobre microblog (inclusive em português). Boas dicas, Raquel!</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-27T08:20:03-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Drops de Quinta</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_quinta.html</link>
<description>Já no finalzinho do dia, algumas infos e links que ficaram de fora: # Publiquei uma análise um pouco mais detalhada da segunda parte do estado da blogsfera. O sec2o conversou comigo sobre o assunto e publicou lá no Bitpapo. Ainda sobre essa parte do estudo, o Tiago Dória também publicou uma análise parecida, reinterando o blog como mídia do &quot;eu&quot;. # A Beth Saad fez uma análise, lá no Intermezzo sobre o uso das ferramentas da chamada mídia social e dos critérios de uso dos atores para cada uma delas. Excelente insight para se pensar como os usuários apropriam cada site de rede social (eu comentei há um tempo a diferença das conversações do Twitter e do Plurk, por exemplo, que seriam uma decorrência dessa apropriação). # Descobri a revista R.E.D.E.S com um enfoque específico em redes sociais. Vários artigos interessantes, inclusive sobre mapeamento de interações e redes sociais em blogs. # Saiu hoje a quarta parte do Estado da Blogosfera - Blogando pelo lucro. Vários dados interessantes para quem trabalha com publicidade e blogs, inclusive, que a maioria dos blogs tem links de propaganda (em geral, Adsense). Não sei até que ponto essa maioria tem tais links de forma intencional, mas acho que é um dado que ressalta a questão do blog também como um espaço comercial ou voltado para o capital. Vale dar uma lida, essa parte não vou comentar de forma mais específica aqui....</description>
<guid isPermaLink="false">3817@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[Já no finalzinho do dia, algumas infos e links que ficaram de fora:
<BR><BR>
# Publiquei uma análise um pouco mais detalhada da segunda parte do estado da blogsfera. O <a href="http://sec2o.blogspot.com/" target=_blank>sec2o</a> conversou comigo sobre o assunto e <a href="http://www.bitpapo.com.br/oqi-com-raquel-recuero/" target=_blank>publicou lá no Bitpapo</a>. Ainda sobre essa parte do estudo, o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/blog-e-midia-do-eu-mostra-2ª-parte-de-estudo/" target=_blank>Tiago Dória também publicou uma análise parecida</a>, reinterando <strong>o blog como mídia do "eu"</strong>. 
<BR><BR>
# A <a href="http://imezzo.wordpress.com/2008/09/25/10-10-voce-decide-como-usar-as-ferramentas-de-midia-social/" target=_blank>Beth Saad fez uma análise</a>, lá no <a href="http://imezzo.wordpress.com/" target=_blank>Intermezzo</a> sobre o uso das ferramentas da chamada mídia social e dos <strong>critérios de uso</strong> dos atores para cada uma delas. Excelente insight para se pensar como os usuários apropriam cada site de rede social (eu <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/plurk_twitter_conversacao_e_redes_sociais.html" target=_blank>comentei há um tempo a diferença das conversações do Twitter e do Plurk</a>, por exemplo, que seriam uma decorrência dessa apropriação).
<BR><BR>
# Descobri a <a href="http://revista-redes.rediris.es/" target=_blank>revista R.E.D.E.S</a> com um <strong>enfoque específico em redes sociais</strong>. Vários artigos interessantes, inclusive sobre mapeamento de interações e redes sociais em blogs. 
<BR><BR>
# Saiu hoje a quarta parte do  <a href="http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/blogging-for-profit/" target=_blank>Estado da Blogosfera -  Blogando pelo lucro</a>. Vários dados interessantes para quem trabalha com publicidade e blogs, inclusive, que a maioria dos blogs tem links de propaganda (em geral, Adsense). Não sei até que ponto essa maioria tem tais links de forma intencional, mas acho que é um dado que ressalta a questão do blog também como um espaço comercial ou voltado para o capital. Vale dar uma lida, essa parte não vou comentar de forma mais específica aqui.</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_quinta.html#comments" title="Comment on: Drops de Quinta">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>mídia social</dc:subject>
<dc:date>2008-09-25T19:37:27-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O &quot;Estado da Blogosfera&quot; - Terceira Parte</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_terceira_parte.html</link>
<description>Saiu a terceira parte do The State of Blogosphere, voltada para &quot;como&quot; se bloga. Algumas coisas interessantes, comentadas no relatório. Mais da metade dos blogs que possuem maior autoridade no Technorati postam várias vezes por dia e são duas vezes mais propensos a colocar tags nas postagens do que os outros blogueiros. Isso talvez seja uma conseqüência dos sistemas de busca e da melhora da indexação dos posts, permitindo que sejam mais facilmente encontrados. Os blogueiros desenvolvem várias estratégias para &quot;chamar&quot; audiência, incluindo listar o blog no Technorati e no Google, comentar e linkar outros blogs (eu diria que é a estratégia mais importante), e colocando tags nos posts. Ou seja, o relatório mostra que há um nítido e consciente esforço em captar visitantes e mantê-los engajados no blog como uma forma de construir capital social e reputação nos blogs, como já comentei nos posts abaixo. Há, assim, um investimento significativo de esforço e tempo na construção dos blogs de maior autoridade. Nessa categoria, entra também o fato dos blogueiros investirem dinheiro nos blogs e controlarem o número de visitantes e sua participação. Outro detalhe importante, o relatório afirma que é possível observar a construção de tendências a partir do acompanhamento das citações de tags específicas nos blogs. Não sei até que ponto isso pode realmente mostrar um valor, mas com certeza, é uma medida de freqüência de um assunto na blogosfera....</description>
<guid isPermaLink="false">3816@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[Saiu a <a href="http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/the-how-of-blogging/" target=_blank>terceira parte do The State of Blogosphere</a>, voltada para "como" se bloga. Algumas coisas interessantes, comentadas no relatório.
<ul>
	<li>Mais da metade dos blogs que possuem <strong>maior autoridade</strong> no Technorati <strong>postam várias vezes por dia</strong> e são duas vezes mais propensos a <strong>colocar tags nas postagens</strong> do que os outros blogueiros. Isso talvez seja uma conseqüência dos sistemas de busca e da melhora da indexação dos posts, permitindo que sejam mais facilmente encontrados.</li>
</ul>
<ul>
	<li>Os blogueiros <strong>desenvolvem várias estratégias para "chamar" audiência</strong>, incluindo listar o blog no Technorati e no Google, comentar e linkar outros blogs (eu diria que é a estratégia mais importante), e colocando tags nos posts. Ou seja, o relatório mostra que <strong>há um nítido e consciente esforço em captar visitantes e mantê-los engajados no blog</strong> como uma forma de construir capital social e reputação nos blogs, como já comentei nos posts abaixo. Há, assim, um investimento significativo de esforço e tempo na construção dos blogs de maior autoridade. Nessa categoria, entra também o fato dos blogueiros investirem dinheiro nos blogs e controlarem o número de visitantes e sua participação.</li>
</ul>
<BR><BR>
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="chart-p3-attract.png" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/chart-p3-attract.png" width="500" height="187" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></span>
<BR><BR>
<ul>
	<li>Outro detalhe importante, o relatório afirma que <strong>é possível observar a construção de tendências a partir do acompanhamento das citações de tags específicas nos blogs</strong>. Não sei até que ponto isso pode realmente mostrar um valor, mas com certeza, é uma medida de freqüência de um assunto na blogosfera.</li>
</ul>
</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_terceira_parte.html#comments" title="Comment on: O "Estado da Blogosfera" - Terceira Parte">Comentarios (2)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.bitpapo.com.br" href="http://www.bitpapo.com.br" rel="nofollow">Sec2o</a> on 
set 25, 2008  3:53 PM) 

Mais é mais, com certeza.
Quem não atualiza tá ferrado.

Sobre tags tenho um projeto em mente para explorar  o buzz através de tags via RSS. Vamos ver se coloco em prática logo mais.</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel Recuero</a> on 
set 29, 2008  8:37 AM) 

Sec2o: Pois é, mas eu fico pensando em qual será o equilíbrio entre o que é lido e o que vai ficando sem ser lido... </p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>redes sociais</dc:subject>
<dc:date>2008-09-25T14:40:09-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O &quot;Estado da Blogosfera&quot;- Razões para blogar</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_razoes_para_blogar.html</link>
<description>Acaba de ser divulgada a segunda parte do estudo The State of Blogosfere do Technorati. O ponto de hoje são as razões para blogar e os temas mais comuns dos blogs. Temas para blogs Embora o relatório explique com objetividade que a maior parte dos blogs possui tipos diferentes de postagens e temáticas diversas, que podem variar entre elementos pessoais e de interesse, a maioria das postagens versa sobre conteúdo pessoal e estilo de vida. Também a respeito dos temas, o relatório também toca no modo através do qual os blogueiros apresentam seu &quot;estilo&quot;. A maioria aponta para blogs &quot;sinceros&quot; e &quot;conversacionais&quot;. Essas duas categorias são chaves, do meu ponto de vista. Elas podem apontar que, apesar de versarem sobre assuntos diversos, a maioria dos blogueiros reconhece seu estilo como pessoalizado, ou seja, com um estilo próprio e considerado &quot;sincero&quot;. Aqui vemos aparecer claramente a questão do blog como um espaço identitário, onde há uma construção discursiva do eu (como já apontado por Herring &amp; Paolillo, 2006, por exemplo). A partir dessa construção identitária, os blogs são também espaços sociais, onde se busca a conversação com os leitores. Razões para Blogar A expressão de si e a divulgação de conhecimento são as principais razões para blogar, de acordo com o relatório do Technorati. Interessantemente, na pesquisa que fiz com blogueiros brasileiros (Recuero, 2008), as mesmas motivações apareceram no topo, seguidas pela motivação conversacional, que não é citada no estudo, mas que pode ser depreendida do primeiro tópico. Com isso, podemos ainda discutir que essas motivações refletem dois elementos: a construção de reputação e a sociabilidade. A reputação é a conseqüência de um espaço pessoal e que divulga algum tipo de conhecimento/informação especializada. A sociabilidade aparece na questão conversacional e motivacional (conhecer pessoas que pensem parecido). Além disso, entre as medidas de sucesso do blog relatadas pelos blogueiros ao Technorati, temos primeiramente a &quot;satisfação pessoal&quot; (que é uma categoria genérica que está diretamente associada a outras), o &quot;número de comentários recebidos&quot; (valor claramente associado à reputação e à sociabilidade). O principal desta parte do relatório, creio eu, é que ela aponta essas &quot;razões&quot; para manter um blog, que estão intimamente relacionadas com o capital social percebido pelos blogueiros (reputação e sociabilidade). O uso do blog como um instrumento de construção de reputação, aliás, parece estar suplantando o uso do blog como um espaço social, uma vez que todos os dados do Technorati parecem apontar para a profissionalização dos blogueiros e para o uso dos blogs como ferramentas de ganho pessoal (uso de publicidade, por exemplo). Essas percepções poderiam levar-nos a ainda outras idéias: Com a profissionalização dos blogs, há uma busca mais premente pelo conteúdo original e pela contribuição da informação publicada. Isso nos levaria a ver a blogosfera como um espaço cada vez mais qualificado em termos da informação disponibilizada e do tratamento dessa informação, podendo vir a ter impactos cada vez maiores sobre o jornalismo. Com o uso menos &quot;social&quot; dos blogs, os comentários passam a perder espaço, servindo menos como espaços conversacionais e mais como espaços de medida de popularidade. Ou seja, poderiamos discutir que as pessoas participam menos dos comentários, uma vez que o comprometimento com o grupo social - principal razão para comentar- é reduzido. Há menos conversação e contribuições nos comentários. Com isso, é possível que os espaços conversacionais migrem para outros sistemas. A reputação começa a aparecer como palavra-chave nos blogs. É o advento do especialista, dos blogs altamente focados e da visão da atividade, como um espaço de capitalização de valores sociais. O capital social parece emergir da pesquisa como um dos grandes valores para os blogueiros. Isso pode ser causa/conseqüência cada vez maior da atividade da publicidade e do marketing nos blogs. O uso dos blogs como instrumentos de captação de capital social são também uma conseqüência/causa da sua pessoalização e da construção de identidade que acontece nesses espaços. Logo, blogs estariam também cada vez mais pessoais, no sentido de imbuídos da persona do blogueiro, embora cada vez mais distantes do modelo inicial de diário pessoal. Referências: Herring, S. C., and Paolillo, J. C. (2006). Gender and genre variation in weblogs. Journal of Sociolinguistics, 10(4), 439-459. Preprint: http://ella.slis.indiana.edu/~herring/jslx.pdf Herring, S. C., Scheidt, L. A., Kouper, I., and Wright, E. (2006). A longitudinal content analysis of weblogs: 2003-2004. In M. Tremayne (Ed.), Blogging, Citizenship, and the Future of Media (pp. 3-20). London: Routledge. Preprint: http://ella.slis.indiana.edu/~herring/tremayne.pdf Recuero, R. (2008) Information Flows and Social Capital in Weblogs: A Case Study in the Brazilian Blogosphere. In: ACM Conference on Hypertext and Hypermedia, 2008, Pittsburg. Proceedings of Hypertext 2008....</description>
<guid isPermaLink="false">3815@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[Acaba de ser divulgada a segunda parte do estudo <a href="http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/the-what-and-why-of-blogging/" target=_blank>The State of Blogosfere do Technorati</a>. O ponto de hoje são as razões para blogar e os temas mais comuns dos blogs.
<BR><BR>
<strong>Temas para blogs</strong>
<BR>
Embora o relatório explique com objetividade que a maior parte dos blogs possui tipos diferentes de postagens e temáticas diversas, que podem variar entre elementos pessoais e de interesse, a maioria das postagens versa sobre conteúdo pessoal e estilo de vida. Também a respeito dos temas, o relatório também toca no modo através do qual os blogueiros apresentam seu "estilo". A maioria aponta para blogs "sinceros" e "conversacionais".
<BR><BR>
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="chart-p2-style.png" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/chart-p2-style.png" width="500" height="314" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></span>
<BR><BR>
Essas duas categorias são chaves, do meu ponto de vista. Elas podem apontar que, apesar de versarem sobre assuntos diversos, <strong>a maioria dos blogueiros reconhece seu estilo como pessoalizado</strong>, ou seja, com um estilo próprio e considerado "sincero". Aqui vemos aparecer claramente a questão do blog como um espaço identitário, onde há uma construção discursiva do eu (como já apontado por Herring & Paolillo, 2006, por exemplo). A partir dessa construção identitária, os blogs são também espaços sociais, onde se busca a conversação com os leitores.
<BR><BR>
<strong>Razões para Blogar</strong>
<BR>
A expressão de si e a divulgação de conhecimento são as principais razões para blogar, de acordo com o relatório do Technorati. Interessantemente, na pesquisa que fiz com blogueiros brasileiros (Recuero, 2008), <strong>as mesmas motivações apareceram no topo, seguidas pela motivação conversacional</strong>, que não é citada no estudo, mas que pode ser depreendida do primeiro tópico. Com isso, podemos ainda discutir que essas motivações refletem dois elementos: <strong>a construção de reputação e a sociabilidade</strong>. A reputação é a conseqüência de um espaço pessoal e que divulga algum tipo de conhecimento/informação especializada. A sociabilidade aparece na questão conversacional e motivacional (conhecer pessoas que pensem parecido). Além disso, entre as medidas de sucesso do blog relatadas pelos blogueiros ao Technorati, temos primeiramente a "satisfação pessoal" (que é uma categoria genérica que está diretamente associada a outras), o "número de comentários recebidos" (valor claramente associado à reputação e à sociabilidade). 
<BR><BR>
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="chart-p2-why.png" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/chart-p2-why.png" width="500" height="162" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></span>
<BR><BR>
O principal desta parte do relatório, creio eu, é que ela aponta essas "razões" para manter um blog, que estão intimamente relacionadas com o capital social percebido pelos blogueiros (reputação e sociabilidade). O <strong>uso do blog como um instrumento de construção de reputação, aliás, parece estar suplantando o uso do blog como um espaço social</strong>, uma vez que todos os dados do Technorati parecem apontar para a profissionalização dos blogueiros e para o uso dos blogs como ferramentas de ganho pessoal (uso de publicidade, por exemplo).
<BR><BR>
Essas percepções poderiam levar-nos a ainda outras idéias:
<ul>
	<li>Com a profissionalização dos blogs, há uma <strong>busca mais premente pelo conteúdo original e pela contribuição da informação publicada</strong>. Isso nos levaria a ver a blogosfera como <strong>um espaço cada vez mais qualificado em termos da informação disponibilizada e do tratamento dessa informação</strong>, podendo vir a ter impactos cada vez maiores sobre o jornalismo.</li>
</ul>
<ul>
	<li>Com o uso menos "social" dos blogs, <strong>os comentários passam a perder espaço, servindo menos como espaços conversacionais e mais como espaços de medida de popularidade</strong>. Ou seja, poderiamos discutir que as pessoas participam menos dos comentários, uma vez que o comprometimento com o grupo social - principal razão para comentar- é reduzido. Há menos conversação e contribuições nos comentários. Com isso, é possível que os espaços conversacionais migrem para outros sistemas.</li>
</ul>
<ul>
	<li>A <strong>reputação começa a aparecer como palavra-chave nos blogs</strong>. É o advento do especialista, dos blogs altamente focados e da visão da atividade, como um espaço de capitalização de valores sociais. O capital social parece emergir da pesquisa como um dos grandes valores para os blogueiros. Isso pode ser causa/conseqüência cada vez maior da atividade da publicidade e do marketing nos blogs. </li>
</ul>
<ul>
	<li>O uso dos blogs como instrumentos de captação de capital social são também uma conseqüência/causa da sua pessoalização e da construção de identidade que acontece nesses espaços. Logo, blogs estariam também cada vez mais pessoais, no sentido de imbuídos da persona do blogueiro, embora cada vez mais distantes do modelo inicial de diário pessoal.</li>
</ul>
<BR><BR>
<strong>Referências:</strong><BR>
Herring, S. C., and Paolillo, J. C. (2006). <strong>Gender and genre variation in weblogs. </strong>Journal of Sociolinguistics, 10(4), 439-459. Preprint: <a href="http://ella.slis.indiana.edu/~herring/jslx.pdf" target=_blank>http://ella.slis.indiana.edu/~herring/jslx.pdf</a>
<BR>
Herring, S. C., Scheidt, L. A., Kouper, I., and Wright, E. (2006). <strong>A longitudinal content analysis of weblogs: 2003-2004.</strong> In M. Tremayne (Ed.), Blogging, Citizenship, and the Future of Media (pp. 3-20). London: Routledge. Preprint: <a href="http://ella.slis.indiana.edu/~herring/tremayne.pdf" target=_blank>http://ella.slis.indiana.edu/~herring/tremayne.pdf </a>
<BR>
Recuero, R. (2008) <strong>Information Flows and Social Capital in Weblogs: A Case Study in the Brazilian Blogosphere.</strong> In: ACM Conference on Hypertext and Hypermedia, 2008, Pittsburg. Proceedings of Hypertext 2008.</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_razoes_para_blogar.html#comments" title="Comment on: O "Estado da Blogosfera"- Razões para blogar">Comentarios (4)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.bitpapo.com.br" href="http://www.bitpapo.com.br" rel="nofollow">sec2o</a> on 
set 23, 2008  4:54 PM) 

pois é. isso tudo ver ao encontro da minha pergunta para o One Question Interview.

Os blogs estão mais para eu-mídia do que para social media?

bjs
Secco</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel</a> on 
set 24, 2008 10:34 AM) 

sec2o, tens toda a razão. Acho que estão cada vez mais pra "eu midia", apesar de que este "eu" é socialmente construído.</p>
<p>(<a title="http://www.euemeuegogrande.wordpress.com" href="http://www.euemeuegogrande.wordpress.com" rel="nofollow">Leonardo Alcoforado</a> on 
set 25, 2008 11:23 AM) 

Cara Raquel,

procurei no sei blog e não encontrei seu contato. Trabalho como coordenador de interatividade de uma agência no RJ, e estou fazendo meu trabalho de conclusão de curso sobre redes sociais, e gostaria de trocar umas idéias com você. Se não se importar, poderia me mandar um email pra leoalcoforado@gmail.com? Obrigado pela atenção. Abraços.</p>
<p>(<a title="http://www.euemeuegogrande.wordpress.com" href="http://www.euemeuegogrande.wordpress.com" rel="nofollow">Leonardo Alcoforado</a> on 
set 25, 2008 11:24 AM) 

Cara Raquel,

procurei no sei blog e não encontrei seu contato. Trabalho como coordenador de interatividade de uma agência no RJ, e estou fazendo meu trabalho de conclusão de curso sobre redes sociais, e gostaria de trocar umas idéias com você. Se não se importar, poderia me mandar um email pra leoalcoforado@gmail.com? Obrigado pela atenção. Abraços.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-23T14:02:18-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Relativizando o &quot;Estado da Blogosfera&quot;</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/relativizando_o_estado_da_blogosfera.html</link>
<description>Embora os dados do Technorati que eu comentei ontem sejam interessantes e válidos, é importante lembrar que há um foco considerável na blogosfera anglo-saxônica. Vejamos, por exemplo, os números. O Technorati pesquisa 133 milhões de blogs, dos quais apenas 7% - 9,31 milhões - seriam da América Latina. No entanto, se fizermos uma rápida pesquisa em sites que oferecem alguma medida do tráfego na Internet, por exemplo, o Alexa, vemos que dois sites de blogs - o Blogger e o Wordpress - estão entre os 20 sites mais acessados do Brasil. Aliás, de acordo com o Alexa ainda, o Brasil teria, sozinho, cerca de 6,5% dos blogs do Blogger e 4,7% dos do Wordpress. Dados do Ibope/NetRatings de pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (abril de 2008) apontam para 13% dos 40 milhões de usuários de Internet no Brasil como blogueiros (só aí, 5,2 milhões de usuários). Levando em conta que em países como o México e o Chile essas ferramentas são igualmente importantes (o México e o Brasil são, de acordo com o Alexa, respectivamente responsáveis pela 3a e pela 4a posição em tráfego do Blogger), é possível discutir até que ponto a amostra do Technorati é representativa em termos latino-americanos. Ou seja, sabe-se que o relatório possui dados muito interessantes com relação à blogosfera anglo-saxônica, mas é preciso relativizar as observações devido à pouca representatividade da América Latina (principalmente por razões lingüísticas) na amostra. Update: Correções indicadas pelo Calazans acima....</description>
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<content:encoded><![CDATA[Embora os dados do Technorati que eu <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_technorati.html" target=_blank>comentei ontem</a> sejam interessantes e válidos, é importante lembrar que <strong>há um foco considerável na blogosfera anglo-saxônica</strong>. Vejamos, por exemplo, os números. O Technorati pesquisa 133 milhões de blogs, dos quais <strong>apenas 7% - 9,31 milhões - seriam da América Latina</strong>. No entanto, se fizermos uma rápida pesquisa em sites que oferecem alguma medida do tráfego na Internet, por exemplo, o <a href="http://www.alexa.com/" target=_blank>Alexa</a>, vemos <a href="http://www.alexa.com/site/ds/top_sites?cc=BR&ts_mode=country&lang=none" target=_blank>que dois sites de blogs - o Blogger e o Wordpress - estão entre os 20 sites mais acessados do Brasil</a>. Aliás, de acordo com o Alexa ainda, o <a href="http://www.alexa.com/data/details/traffic_details/blogger.com" target=_blank>Brasil teria, sozinho, cerca de 6,5% dos blogs</a> do Blogger e <a href="http://www.alexa.com/data/details/traffic_details/wordpress.com" target=_blank>4,7% dos do Wordpress</a>. <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5&proj=PortalIBOPE&pub=T&db=caldb&comp=Noticias&docid=A1EFF79C192CB49B8325743600496271" target=_blank>Dados <strike>do Ibope/NetRatings</strike> de pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil</a> (abril de 2008) apontam para <strong>13% dos 40 milhões de usuários de Internet no Brasil como blogueiros</strong> (só aí, 5,2 milhões de usuários). Levando em conta que em países como o México e o Chile essas ferramentas são igualmente importantes (o México e o Brasil são, de acordo com o Alexa, respectivamente responsáveis pela 3a e pela 4a posição em <a href="http://www.alexa.com/data/details/traffic_details/blogger.com" target=_blank>tráfego do Blogger</a>), é possível discutir até que ponto a amostra do Technorati é representativa em termos latino-americanos. Ou seja, sabe-se que o relatório possui dados muito interessantes com relação à blogosfera anglo-saxônica, mas é preciso relativizar as observações devido à pouca representatividade da América Latina (principalmente por razões lingüísticas) na amostra.
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<em>Update:</em> Correções indicadas pelo <a href="http://josecalazans.blogspot.com/" target=_blank>Calazans</a> acima.</p>
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<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/relativizando_o_estado_da_blogosfera.html#comments" title="Comment on: Relativizando o "Estado da Blogosfera"">Comentarios (3)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.thinksocial.com.br" href="http://www.thinksocial.com.br" rel="nofollow">Fernando Arrais</a> on 
set 23, 2008  3:34 PM) 

Muito válido estes questionamentos Raquel. Temos mesmo que avaliar neste estudo detalhes tais como que apenas algo em torno de 21% dos blogs do Technorati são ativos (atualizado pelo menos uma vez nos últimos 90 dias) e também nos ater ao fato que o BlogBlogs - maior indexador/diretório de blogs brasileiros já passou a marca de 200 mil blogs cadastrados e destes, muitos que são ativos e populares nem estão no Technorati ainda. Mas, qualquer pesquisa assim quantitativa é feita com uma amostra (e o Technorati é apenas uma amostra dos blogs do Brasil) e, trabalhar com amostras é assumir que haverá algum percentual de erro..</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel</a> on 
set 24, 2008 10:41 AM) 

Fernando: Com certeza. A idéia é só relativizar, de modo a se compreender que a blogosfera lusófona não necessariamente terá essas mesmas características.</p>
<p>(<a title="http://josecalazans.blogspot.com/" href="http://josecalazans.blogspot.com/" rel="nofollow">Calazans</a> on 
set 25, 2008  5:39 PM) 

Raquel, a informação segundo a qual "13% dos 40 milhões de usuários de Internet no Brasil como blogueiros" não é do IBOPE//NetRatings. Trata-se de uma pesquisa feita por outro instituto para o Comitê Gestor, entre setembro e novembro de 2007, considerando como internauta o indivíduo de 10 anos ou mais de idade que disse ter usado a internet pelo menos uma vez nos três meses anteriores. O número total é de 45 milhões e não de 40 milhões. Consulte: http://www.cetic.br/usuarios/tic/2007/rel-int-08.htm Quanto ao estudo 'O Estado da Blogosfera', você tem toda a razão: ele não nos serve, porque é baseado apenas em números gringos. Um abraço cordial</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-23T13:17:01-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O Estado da Blogosfera - Technorati</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_technorati.html</link>
<description>O Technorati publica, anualmente, um pequeno relatório denominado The State of Blogosphere, onde eles apresentam uma visão geral da blogosfera a partir de seus dados. Este ano, além dos dados dos blogs que eles seguem, há a novidade da parte qualitativa, onde eles conversaram com os blogueiros a respeito de seus blogs. O Technorati atualmente consegue trackear 133 milhões de blogs, um número bastante significativo, se comparado com outros sistemas sociais da Internet. O estudo ainda não está online na íntegra (será disponibilizada uma nova parte dele por dia). Alguns elementos interessantes da primeira parte do relatório de 2008 (Quem são os blogueiros), que acabou de sair com um breve comentário. # O Technorati afirma que a blogosfera começa a atingir o mainstream da mídia e que, com isso, a fronteira do que é um blog e do que é uma mídia tradicional começa a ficar cada vez mais borrada. Aumenta o número de blogs que utilizam alguma forma de monetização e os chamados blogs profissionais. A conseqüência direta é também que blogs estão cada vez mais difíceis de serem facilmente definidos. # Interessante a perspectiva de que a maioria dos blogs se enquadram na categoria &quot;pessoal&quot;, de acordo com o relatório. As categorias foram auto-determinadas pelos usuários pesquisados (pessoal, profissional e corporativa). Para o Technorati, blogs pessoais consistem em &quot;blog about topics of personal interest not associated with your work&quot;. Com isso, o Technorati toca na questão da percepção dos blogs como um espaço pessoal, construído para refletir interesses e perspectivas do indivíduo. Interessante notar também que as categorias &quot;corporativa&quot; e &quot;profissional&quot; começam a crescer, demonstrando uma possível &quot;profissionalização&quot; do blog como atividade econômica. # Aliás, nessa linha de blogging profissional aparecem os dados de que a maioria dos blogs apresenta algum tipo de propaganda (link pago), 24% dos blogueiros asiáticos faz posts pagos (contra apenas 5% da Europa e 4% dos EUA). Interessante notar também que, daqueles que possuem blogs nas categorias corporativo e profissional, 65% admite ter, também, um blog pessoal. Tenho minhas ressalvas com relação ao aumento de blogs com propaganda, uma vez que a inclusão de links desse tipo está automatizada (ou quase) pela maioria dos sistemas de blogs públicos. Talvez esse dado seja menos uma conscientização do público e mais uma conseqüência da ferramenta. # As mulheres, apesar de minoria na blogosfera (apenas 34%, de acordo com os dados), também são as mais seletivas em termos de conteúdo e aquelas que possuem mais blogs pessoais (de interesse, com elementos da família e etc.). A maioria dos blogueiros tem entre 18 e 34 anos, mas é uma maioria pequena (50%), o que mostra que os blogs estão cada vez mais utilizados por faixas etárias variadas. # A América do Sul tem apenas 7% do total de blogs pesquisados pelo sistema. Não sei até que ponto esse dado reflete a realidade, uma vez que a maioria dos blogs que o technorati pesquisa são, por conseqüência óbvia, em inglês, uma vez que o sistema não possui um suporte multilingüístico. (A metodologia exposta no site não deixa claro como a pesquisa foi feita neste sentido.) Amanhã tem a parte de das razões pelas quais os blogueiros blogam (e é minha parte de maior interesse, por isso, aguardem comentários mais profundos). Ah, para quem quiser ler mais, o David Sifry também comentou alguns dos dados divulgados, leiam aqui. Update: O Marshall Kirkpatrick do Read Write Web faz uma análise bem crítica dos dados mostrados, argumentando que a velocidade de crescimento da blogosfera está diminuindo e questionando a abrangência dos dados da pesquisa, perguntando se os números apresentados pelo Technorati na questão demográfica seriam realmente representativos (que eu também questionei na questão dos 7% da América Latina)....</description>
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<content:encoded><![CDATA[O <a href="http://www.technorati.com" target=_blank>Technorati</a> publica, anualmente, um pequeno relatório denominado <a href="http://www.technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/" target=_blank>The State of Blogosphere</a>, onde eles apresentam uma visão geral da blogosfera a partir de seus dados. Este ano, além dos dados dos blogs que eles seguem, há a novidade da parte qualitativa, onde eles conversaram com os blogueiros a respeito de seus blogs. O Technorati atualmente consegue trackear <strong>133 milhões de blogs</strong>, um número bastante significativo, se comparado com outros sistemas sociais da Internet.  O estudo ainda não está online na íntegra (será disponibilizada uma nova parte dele por dia). Alguns elementos interessantes da primeira parte do relatório de 2008 (<strong>Quem são os blogueiros</strong>), que acabou de sair com um breve comentário.
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# O Technorati afirma que a <strong>blogosfera começa a atingir o mainstream da mídia</strong> e que, com isso, a fronteira do que é um blog e do que é uma mídia tradicional começa a ficar cada vez mais borrada. Aumenta o número de blogs que utilizam alguma forma de monetização e os chamados blogs profissionais. A conseqüência direta é também que blogs estão cada vez mais difíceis de serem facilmente definidos.
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# <strong>Interessante a perspectiva de que a maioria dos blogs se enquadram na categoria "pessoal"</strong>, de acordo com o relatório. As categorias foram auto-determinadas pelos usuários pesquisados (pessoal, profissional e corporativa). Para o Technorati, blogs pessoais consistem em  <i>"blog about topics of personal interest not associated with your work"</i>. Com isso, o Technorati toca na questão da percepção dos blogs como um espaço pessoal, construído para refletir interesses e perspectivas do indivíduo. Interessante notar também que as categorias "corporativa" e "profissional" começam a crescer, demonstrando uma possível "profissionalização" do blog como atividade econômica. 
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<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="chart-p1-segments.png" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/chart-p1-segments.png" width="500" height="321" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></span>
# Aliás, nessa linha de blogging profissional aparecem os dados de que <strong>a maioria dos blogs apresenta algum tipo de propaganda</strong> (link pago), 24% dos blogueiros asiáticos faz posts pagos (contra apenas 5% da Europa e 4% dos EUA). Interessante notar também que, daqueles que possuem blogs nas categorias corporativo e profissional, 65% admite ter, também, um blog pessoal. Tenho minhas ressalvas com relação ao aumento de blogs com propaganda, uma vez que a inclusão de links desse tipo está automatizada (ou quase) pela maioria dos sistemas de blogs públicos. Talvez esse dado seja menos uma conscientização do público e mais uma conseqüência da ferramenta.
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# As mulheres, apesar de minoria na blogosfera (apenas 34%, de acordo com os dados), também são as <strong>mais seletivas em termos de conteúdo e aquelas que possuem mais blogs pessoais</strong> (de interesse, com elementos da família e etc.). A maioria dos blogueiros tem entre 18 e 34 anos, mas é uma maioria pequena (50%), o que mostra que os blogs estão cada vez <strong>mais utilizados por faixas etárias variadas</strong>.
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# A<strong> América do Sul tem apenas 7% do total de blogs pesquisados pelo sistema</strong>. Não sei até que ponto esse dado reflete a realidade, uma vez que a maioria dos blogs que o technorati pesquisa são, por conseqüência óbvia, em inglês, uma vez que o sistema não possui um suporte multilingüístico. (A <a href="http://www.technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/methodology/" target=_blank>metodologia exposta no site</a> não deixa claro como a pesquisa foi feita neste sentido.)
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Amanhã tem a parte de das <strong>razões pelas quais os blogueiros blogam</strong> (e é minha parte de maior interesse, por isso, aguardem comentários mais profundos). Ah, para quem quiser ler mais, o David Sifry também comentou alguns dos dados divulgados, leiam <a href="http://www.sifry.com/alerts/archives/2008/09/technoratis_sta.html">aqui</a>.
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<i>Update</i>: O <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/state_of_the_blogosphere_2008.php" target=_blank>Marshall Kirkpatrick do Read Write Web faz uma análise bem crítica dos dados mostrados</a>, argumentando que a velocidade de crescimento da blogosfera está diminuindo e questionando a abrangência dos dados da pesquisa, perguntando se os números apresentados pelo Technorati na questão demográfica seriam realmente representativos (que eu também questionei na questão dos 7% da América Latina).</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_estado_da_blogosfera_technorati.html#comments" title="Comment on: O Estado da Blogosfera - Technorati">Comentarios (2)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://malcomtux.blogspot.com" href="http://malcomtux.blogspot.com" rel="nofollow">Malcomtux</a> on 
set 23, 2008 12:04 PM) 

Olá Raquel, te sigo no twitter!

Nossa, 133 milhões de blogs é muita coisa. A revista Imprensa desse mês, cuja capa eu comentei no meu blog, já tinha atiçado minha curiosidade com a informação de que seriam 112 milhões até então, com um crescimento de 2720% desde 2004. Agora com mais informações entendo melhor porque a chamada "velha mídia" fica tão inquieta com o assunto.</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel</a> on 
set 23, 2008  2:43 PM) 

É verdade, Malcomtux!</p>
</description>
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<dc:date>2008-09-22T15:50:50-03:00</dc:date>
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<title>Drops de Sexta - Memes</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_sexta_memes.html</link>
<description>Estou com pouco tempo disponível para o blog nessas últimas semanas. Muito trabalho - o que é ótimo - mas também uma canseira bárbara. Enfim, coisas extremamente interessantes da Web hoje: # A Wired fez um timeline dos memes. Vale a pena conferir o timeline e a matéria, que discute os memes e o papel da Internet na sua difusão. Junto com essa matéria, tem também o histórico de um dos memes mais famosos da Historia da Internet: o emoticon e seu uso que saiu do mundo online para o offline. # Falando em memes, outro ótimo para observar é a popularização do &quot;Talk like a Pirate Day&quot;, que o TechCrunch aborda hoje. Embora a adesão dos softwares - como o Google, o Facebook e etc- não faça sentido em português (o &quot;linguajar pirata&quot; em inglês é muito sonoro), encontrei várias referências a ele no Twitter e no Plurk em português. Tenho uma lista de assuntos sobre os quais gostaria de falar aqui no blog, mas vão ficar para uma próxima atualização. Estou ainda em Valença (Bahia), onde palestro hoje a noite a respeito de Comunidades Virtuais em Redes Sociais na Educação e amanhã vou para Salvador. Na volta, vou tentar atualizar o blog. :)...</description>
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<content:encoded><![CDATA[Estou com pouco tempo disponível para o blog nessas últimas semanas. Muito trabalho - o que é ótimo - mas também uma canseira bárbara. Enfim, coisas extremamente interessantes da Web hoje:
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# A <a href="http://blog.wired.com/underwire/2008/09/track-the-life.html" target=_blank>Wired fez um timeline dos memes</a>. Vale a pena conferir o timeline e a matéria, que discute os memes e o papel da Internet na sua difusão. Junto com essa matéria, tem também o histórico de um dos memes mais famosos da Historia da Internet: <a href="http://www.wired.com/culture/culturereviews/multimedia/2008/09/gallery_emoticon" target=_blank>o emoticon e seu uso que saiu do mundo online para o offline</a>.
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# Falando em memes, outro ótimo para observar é a <a href="http://www.techcrunch.com/2008/09/19/facebook-adds-talk-like-a-pirate-translation-hilarity-almost-ensues/" target=_blank>popularização do "Talk like a Pirate Day", que o TechCrunch aborda hoje</a>. Embora a adesão dos softwares - como o Google, o Facebook e etc- não faça sentido em português (o "linguajar pirata" em inglês é muito sonoro), encontrei várias referências a ele no Twitter e no Plurk em português.
<BR><BR>
Tenho uma lista de assuntos sobre os quais gostaria de falar aqui no blog, mas vão ficar para uma próxima atualização. Estou ainda em Valença (Bahia), onde palestro hoje a noite a respeito de <strong>Comunidades Virtuais em Redes Sociais na Educação</strong> e amanhã vou para Salvador. Na volta, vou tentar atualizar o blog. :)
</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_sexta_memes.html#comments" title="Comment on: Drops de Sexta - Memes">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-19T16:42:49-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Regiocom 2008</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/regiocom_2008.html</link>
<description>Minha universidade vai sediar este semestre, dos dias 12 a 14 de novembro, o Regiocom 2008, cujo homenageado deste ano é o professor Juan Diaz Bordenave. A chamada de trabalhos já está aberta e vai até o dia 20 de outubro de 2008. Chamada de Trabalhos do Grupos Temáticos Os Grupos Temáticos acolhem propostas de trabalhos em dois níveis: Comunicações Científicas: (destinados aos graduados em cursos de nível superior, estudantes de cursos de pós-graduação ou pós-graduados – mestres e doutores) ou Relatos de Iniciação Científica: (destinados aos estudantes dos cursos de graduação do campo de Comunicação Social ou de áreas conexas: Ciências Humanas, Letras, Turismo etc.). Os trabalhos inscritos devem necessariamente focalizar objetos relacionados com os fenômenos da comunicação. Sugerimos que os trabalhos privilegiem o tema central do evento. Calendário Envio dos Trabalhos para participação nos GT’s: até 20 de outubro de 2008. Serão aceitos exclusivamente os trabalhos cujos autores tenham feito o pagamento prévio da inscrição na Regiocom’2008. Na ausência desse requisito, o trabalho deixará de ser incluído no programa, bem como dos anais do evento (CDRom). O trabalho deve conter Título: em negrito, fonte Times New Roman, 14, alinhamento esquerda. Autor(es): último sobrenome em maiúsculas, titulação ou graduação, identificação da instituição e unidade de federação. Resumo: 10 a 15 linhas, com até cinco palavras-chave. Texto: alinhamento justificado; Word; fonte Times New Romam , tamanho 12; espaço entrelinhas de 1,5, margem superior/inferior e esquerda/direita 3 cm, de 10 a 15 páginas, incluindo bibliografia. Os resumos e os textos completos devem ser enviados para o e-mail: regiocom@metodista.br , em arquivo anexo. Os autores devem aguardar resposta de confirmação de recebimento, para evitar problemas de extravio. Na ausência de resposta imediata recomenda-se fazer nova remessa. Divulgação do aceite Os aceites serão enviados pelos organizadores conforme forem sendo avaliados, até a data limite de 30 de outubro de 2008...</description>
<guid isPermaLink="false">3811@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="regiocom.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/regiocom.jpg" width="338" height="123" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Minha universidade vai sediar este semestre, dos dias 12 a 14 de novembro, o <a href="http://antares.ucpel.tche.br/regiocom/" target=_blank>Regiocom</a> 2008, cujo homenageado deste ano é o professor <strong>Juan Diaz Bordenave</strong>. A chamada de trabalhos já está aberta e vai até o dia <strong>20 de outubro de 2008</strong>. 
<BR><BR>
<strong>Chamada de Trabalhos do Grupos Temáticos</strong><BR>
Os Grupos Temáticos acolhem propostas de trabalhos em dois níveis: Comunicações Científicas: (destinados aos graduados em cursos de nível superior, estudantes de cursos de pós-graduação ou pós-graduados – mestres e doutores) ou Relatos de Iniciação Científica: (destinados aos estudantes dos cursos de graduação do campo de Comunicação Social ou de áreas conexas: Ciências Humanas, Letras, Turismo etc.). Os trabalhos inscritos devem necessariamente focalizar objetos relacionados com os fenômenos da comunicação. Sugerimos que os trabalhos privilegiem o tema central do evento.
<BR><BR>
<strong>Calendário</strong>
Envio dos Trabalhos para participação nos GT’s: até 20 de outubro de 2008. Serão aceitos exclusivamente os trabalhos cujos autores tenham feito o pagamento prévio da inscrição na Regiocom’2008. Na ausência desse requisito, o trabalho deixará de ser incluído no programa, bem como dos anais do evento (CDRom).
<BR><BR>
<strong>O trabalho deve conter</strong><BR>
Título: em negrito, fonte Times New Roman, 14, alinhamento esquerda. Autor(es): último sobrenome em maiúsculas, titulação ou graduação, identificação da instituição e unidade de federação. Resumo: 10 a 15 linhas, com até cinco palavras-chave. Texto: alinhamento justificado; Word; fonte Times New Romam , tamanho 12; espaço entrelinhas de 1,5, margem superior/inferior e esquerda/direita 3 cm, de 10 a 15 páginas, incluindo bibliografia. Os resumos e os textos completos devem ser enviados para o e-mail: <a href="mailto:regiocom@metodista.br">regiocom@metodista.br</a> , em arquivo anexo. Os autores devem aguardar resposta de confirmação de recebimento, para evitar problemas de extravio. Na ausência de resposta imediata recomenda-se fazer nova remessa.
<BR><BR>
<strong>Divulgação do aceite</strong><BR>
Os aceites serão enviados pelos organizadores conforme forem sendo avaliados, até a data limite de <strong>30 de outubro de 2008 </strong></p>
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<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/regiocom_2008.html#comments" title="Comment on: Regiocom 2008">Comentarios (2)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://ocinematographo.blogspot.com" href="http://ocinematographo.blogspot.com" rel="nofollow">penkala</a> on 
set 16, 2008  2:24 PM) 

aumentou o prazo em um mês! ueba!</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel</a> on 
set 18, 2008  7:39 AM) 

Sim, o prazo foi ampliado! :D</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-15T14:29:20-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Internet Research Conference 9.0: Programação</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/internet_research_conference_90_programacao.html</link>
<description>Já saiu, no site da IR 9.0, a programação do evento e as apresentações de trabalho. Eu participarei da IR apresentando um trabalho sobre as apropriações do Fotolog no Brasil (Appropriations of Fotolog as a Social Network Site: a Brazilian case study), no sábado, dia 18. Também vou participar de uma mesa redonda denominada &quot;Life on the Move: Social Network Sites and Online Communities&quot;, organizada pelo Daniel Skog e o Lewis Goodings. Vou falar sobre o Fotolog no Brasil também e, dessa mesa, participam ainda a Marlene Larsen, a Nancy Baym, a Amanda Lenhart e o Jan Schmidt. Essa mesa será na quinta-feira, dia 16, no início da conferência. Encerro minha participação com um painel, &quot;Social Network Sites in National Context&quot;, organizado pela Ewa Callahan, onde vou falar sobre o fenômeno do Orkut no Brasil. Desse painel participam também o Fabio Giglietto, o Seong Eun Cho, e Yeon-Ok Lee, Han Woo Park e Yeung Nam. Já tive a oportunidade de participar da Internet Research Conference no ano passado e achei muito produtivo e interessante. O congresso traz uma grande participação de pesquisadores de vários lugares do mundo e, com isso, possibilita um grande intercâmbio de experiências e idéias. No ano passado, saí cheia de idéias que deram origens aos papers da Hypertext e de outros eventos para os quais mandei. Este ano, o tema da conferência é &quot;Rethinking Community, rethinking place&quot; (repensando comunidade, repensando lugares) e várias mesas vão trabalhar com a temática das comunidades virtuais, redes sociais e a questão do território. Ah sim, também pretendo participar, no dia 15, de um workshop sobre a produção e a publicação de journals e papers, para tentar entender melhor o processo e as exigências para a publicação em vários países. E espero poder contar tudo aqui no blog. :-) (André Lemos e Suely Fragoso também enviaram trabalhos, foram aprovados e estão na programação, espero que também consigam participar! :-)...</description>
<guid isPermaLink="false">3810@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="inter_res9.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/inter_res9.jpg" width="285" height="167" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Já saiu, no <a href="http://conferences.aoir.org/" target=_blank>site da IR 9.0</a>, a programação do evento e as apresentações de trabalho. Eu participarei da IR apresentando um trabalho sobre <strong>as apropriações do Fotolog no Brasil</strong> (Appropriations of Fotolog as a Social Network Site: a Brazilian case study), no sábado, dia 18.  Também vou participar de uma mesa redonda denominada "Life on the Move: Social Network Sites and Online Communities", organizada pelo <a href="http://www.danielskog.se/" target=_blank>Daniel Skog</a> e o Lewis Goodings. Vou falar sobre o <strong>Fotolog no Brasil</strong> também e, dessa mesa, participam ainda a Marlene Larsen, a <a href="http://people.ku.edu/~nbaym/" target=_blank>Nancy Baym</a>, a <a href="http://www.pewinternet.org/PPF/a/100/about_staffer.asp" target=_blank>Amanda Lenhart</a> e o <a href="http://jcmc.indiana.edu/vol12/issue4/schmidt.html" target=_blank>Jan Schmidt</a>. Essa mesa será na quinta-feira, dia 16, no início da conferência. Encerro minha participação com um painel, "Social Network Sites in National Context", organizado pela Ewa Callahan, onde vou falar sobre o <strong>fenômeno do Orkut no Brasil</strong>. Desse painel participam também o <a href="http://larica-virtual.soc.uniurb.it/nextmedia/" target=_blank>Fabio Giglietto</a>, o Seong Eun Cho, e Yeon-Ok Lee, Han Woo Park e Yeung Nam.
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Já tive a oportunidade de participar da Internet Research Conference no ano passado e achei muito produtivo e interessante. O congresso traz uma grande participação de pesquisadores de vários lugares do mundo e, com isso, possibilita um grande intercâmbio de experiências e idéias. No ano passado, saí cheia de idéias que deram origens aos papers da Hypertext e de outros eventos para os quais mandei. Este ano, o tema da conferência é "Rethinking Community, rethinking place" (repensando comunidade, repensando lugares) e várias mesas vão trabalhar com a temática das comunidades virtuais, redes sociais e a questão do território. Ah sim, também pretendo participar, no dia 15, de um workshop sobre a produção e a publicação de journals e papers, para tentar entender melhor o processo e as exigências para a publicação em vários países. E espero poder contar tudo aqui no blog. :-) (<a href="http://www.andrelemos.info/" target=_blank>André Lemos</a> e Suely Fragoso também enviaram trabalhos, foram aprovados e estão na programação, espero que também consigam participar! :-)
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<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/internet_research_conference_90_programacao.html#comments" title="Comment on: Internet Research Conference 9.0: Programação">Comentarios (1)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com" href="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com" rel="nofollow">mc</a> on 
set 11, 2008 10:06 AM) 

eu tb vooooooou!!! ahuahauahuahaua</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-10T13:45:16-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Updates do caso do Twitterbrasil.org</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/updates_do_caso_do_twitterbrasilorg.html</link>
<description>O Twitterbrasil.org já voltou ao ar, um pouco de bom senso aventou os espaços judiciários brasileiros. Enquanto isso, li uma reportagem do IDG Now! com as explicações dos autores da ação. Reparem que, pelas declarações dadas ao IDG, a responsabilidade de &quot;provar&quot; que não tem nada a ver com o caso é do réu da ação, explica a &quot;assessoria jurídica&quot; da candidata; e não do autor do processo. Afinal de contas, &quot;o nome é igual&quot;. Ah sim. Vejam que pela excelente explicação, isso significa que se um José me causar dano, de acordo com a assessoria da candidata, é meu direito processar todos os Josés do Brasil até chegar ao correto. Afinal, é o mesmo nome. Outro post igualmente indignado que eu adorei é este escrito em inglês pela Ladybug Brazil....</description>
<guid isPermaLink="false">3809@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[O <a href="http://www.twitterbrasil.org/" target=_blank>Twitterbrasil.org</a> já voltou ao ar, um pouco de bom senso aventou os espaços judiciários brasileiros. Enquanto isso, li uma <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/blog_dos_blogs/archive/2008/09/09/campanha-de-candidata--prefeitura-em-fortaleza-bloqueia-blog-por-engano/" target=_blank>reportagem do IDG Now!</a> com as explicações dos autores da ação. 
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Reparem que, pelas declarações dadas ao IDG,  a responsabilidade de "provar" que não tem nada a ver com o caso é do réu da ação, explica a "assessoria jurídica" da candidata; e não do autor do processo. Afinal de contas, "o nome é igual". Ah sim. Vejam que pela excelente explicação, isso significa que se um José me causar dano, de acordo com a assessoria da candidata, é meu direito processar todos os Josés do Brasil até chegar ao correto. Afinal, é o mesmo nome.
<BR><BR>
Outro post igualmente indignado que eu adorei é <a href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/09/09/twitter-under-atack-in-brazil/" target=_blank>este escrito em inglês pela Ladybug Brazil</a>.</p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/updates_do_caso_do_twitterbrasilorg.html#comments" title="Comment on: Updates do caso do Twitterbrasil.org">Comentarios (2)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://entropia.blog.br" href="http://entropia.blog.br" rel="nofollow">João Carlos Caribé</a> on 
set 10, 2008  2:15 PM) 

Raquel, discussão semelhante esta acontecendo na comunidade Cibercultura no Orkut. Eu fiz algumas leituras desta situação, ainda não sei se as hipoteses são todas corretas, mas la vai:
1)Os juizes não estão lendo os processos como deveriam.
2)O estado policial eminente adota a pratica de punir antes e apurar depois, ou como voce citou, inverte o ônus da acusação.
3)Assim como o Executivo, o Judiciario esta relegando a sociedade, a execução de seu trabalho, no mais simples, prove sua inocência.

O que me preocupa de fato é esta inversão da culpabilidade, de inocente até prova ao contrário para culpado até prova ao contrário. </p>
<p>(<a title="http://www.ladybugbrazil.com" href="http://www.ladybugbrazil.com" rel="nofollow">Lucia freitas</a> on 
set 13, 2008  4:08 PM) 

Impressionante uma estudante de jornalismo ter que provar que não é representante do Twitter no Brasil. Eu sigo com medo do país. Muito medo. Estado policial é pouco para o que anda acontecendo. É terror e ditadura mesmo.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-10T13:28:28-03:00</dc:date>
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<item>
<title>With Great Power comes Great Responsibility</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/with_great_power_comes_great_responsibility.html</link>
<description>Esse mantra do Homem Aranha é exatamente o que eu acho que falta ser estudado nas escolas de Direito no Brasil. Já nos meus tempos de estudante, deparava-me com freqüência com juízes que não liam os processos e simplesmente decidiam sobre a vida das pessoas sem qualquer vergonha, em cima do total desconhecimento dos fatos. Não sei se este foi o caso, mas hoje o Twitterbrasil.org amanheceu fora do ar. Algum tempo depois, a Gabi Zago, a Raquel Camargo e o Fernando Souza descobriram que uma decisão judicial tinha ordenado a retirada do blog deles do ar. O motivo da suspensão? Uma ação da candidata Luizianne Lins (PT - CE) que queria que seu perfil falso fosse retirado do Twitter. Aparentemente, o juiz simplesmente mandou tirar do ar a primeira coisa que apareceu: o blog da Gabi, da Raquel e do Fernando, o Twitterbrasil. Os juízes brasileiros precisam começar a se informar antes de decidir sobre o que desconhecem. O Twitter não é broadcasting, a Internet não é midia televisiva e não é um monte de fios que dão em lugar nenhum. É um espaço de expressão de milhares de pessoas, cuja liberdade é garantida pela Constituição Federal. No caso em questão, é preciso que alguém decida SEGUIR a candidata em questão, adivinhando que seu perfil existe, para que tenha acesso às informações divulgadas sobre ela. Mais do que isso, o referido perfil tem apenas DOZE SEGUIDORES. Reparem: porque DOZE pessoas estão recebendo alguma das DUAS atualizações do perfil falso da candidata cearense, um juíz eleitoral resolveu BANIR o acesso ao site a todos os brasileiros. Deu errado, uma vez que nem procurar o réu certo da ação os caras procuraram. Essa é uma manifestação de repúdio à desinformação e às decisões absurdas tomadas pelo nosso judiciário com relação à Internet. É preciso que se comece a discutir nas escolas de direito do Brasil: com grande poder, vem também, grande responsabilidade. E um juiz, que tem o poder de decidir sobre a vida alheia, tem muito poder. E precisa se responsabilizar pelo poder que tem nas mãos, seja estudando o processo antes de decidir, seja consultando especialistas, seja assumindo a responsabilidade de suas ações. Só assim suas decisões poderão refletir-se de modo construtivo e positivo na sociedade....</description>
<guid isPermaLink="false">3808@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[Esse mantra do Homem Aranha é exatamente o que eu acho que falta ser estudado nas escolas de Direito no Brasil. Já nos meus tempos de estudante, deparava-me com freqüência com juízes que <strong>não liam os processos</strong> e simplesmente decidiam sobre a vida das pessoas sem qualquer vergonha, em cima do total desconhecimento dos fatos. Não sei se este foi o caso, mas hoje o <a href="http://www.twitterbrasil.org/" target=_blank>Twitterbrasil.org</a> amanheceu fora do ar. Algum tempo depois, a <a href="http://www.verbeat.org/blogs/gabrielazago/2008/09/baleaiada-do-tre-ce.html" target=_blank>Gabi Zago</a>, a <a href="http://raquelcamargo.com/blog/" target=_blank>Raquel Camargo</a> e o <a href="http://www.fernandosouza.com.br/2008/index.html" target=_blank>Fernando Souza</a> descobriram que uma decisão judicial tinha ordenado a retirada do blog deles do ar. O motivo da suspensão? Uma ação da candidata <a href="http://www.luizianne13.can.br/?acao=recado" target=_blank>Luizianne Lins (PT - CE)</a> que queria que seu perfil falso fosse retirado do Twitter. Aparentemente, o juiz simplesmente mandou tirar do ar a primeira coisa que apareceu: o blog da Gabi, da Raquel e do Fernando, o Twitterbrasil.
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Os juízes brasileiros <strong>precisam começar a se informar antes de decidir sobre o que desconhecem</strong>. O Twitter não é broadcasting, a Internet não é midia televisiva e não é um monte de fios que dão em lugar nenhum. É um espaço de expressão de milhares de pessoas, cuja liberdade é garantida pela Constituição Federal.  No caso em questão,  é preciso que alguém decida SEGUIR a candidata em questão, adivinhando que seu perfil existe, para que tenha acesso às informações divulgadas sobre ela. Mais do que isso, <a href="http://twitter.com/luiziannelins13" target=_blank>o referido perfil tem apenas DOZE SEGUIDORES</a>. Reparem: porque <strong>DOZE pessoas</strong> estão recebendo alguma das <strong>DUAS atualizações</strong> do perfil falso da candidata cearense, um juíz eleitoral resolveu <strong>BANIR o acesso ao site a todos os brasileiros</strong>. Deu errado, uma vez que nem procurar o réu certo da ação os caras procuraram. 
<BR><BR>
Essa é uma manifestação de repúdio à desinformação e às decisões absurdas tomadas pelo nosso judiciário com relação à Internet. É preciso que se comece a discutir nas escolas de direito do Brasil: <strong>com grande poder, vem também, grande responsabilidade</strong>. E um juiz, que tem o poder de decidir sobre a vida alheia, tem muito poder. E precisa se responsabilizar pelo poder que tem nas mãos, seja estudando o processo antes de decidir, seja consultando especialistas, seja assumindo a responsabilidade de suas ações. Só assim suas decisões poderão refletir-se de modo construtivo e positivo na sociedade.

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<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/with_great_power_comes_great_responsibility.html#comments" title="Comment on: With Great Power comes Great Responsibility">Comentarios (1)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.camillafernandes.blogspot.com" href="http://www.camillafernandes.blogspot.com" rel="nofollow">Camilla Fernandes</a> on 
set 10, 2008 10:56 PM) 

Adorei o post professora. Eu antes nem sabia da existencia do blog TwitterBrasil mas achei um absurdo o que aconteceu...
É uma falta de vergonha!
Bjs</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-09T17:16:41-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PPGL abre inscrições para a seleção de mestrado e doutorado</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/ppgl_abre_inscricoes_para_a_selecao_de_mestrado_e_doutorado.html</link>
<description>Atenção futuros orientandos raquelianos: O PPGL/UCPel acaba de abrir as inscrições para a seleção de mestrado e doutorado. O programa faz uma seleção única para o mestrado e depois, os orientandos é que vão, no decorrer do curso, escolhendo sua linha de pesquisa e seus orientadores. Eu estou inserida na linha de pesquisa de Texto, Discurso e Relações Sociais e interessam-me trabalhos na área de estudos de conversação, discurso e redes sociais na Internet. Também tenho trabalhado com difusão de informações em redes sociais de uma perspectiva discursiva. Lá no programa, há espaço para estudos de texto, gênero, literatura, linguagem, relações sociais mediadas pela linguagem, estilos jornalísticos e publicitários, semiótica e etc., e o público-alvo é amplo (temos alunos formados em Jornalismo, Publicidade, Informática, Letras, Administração e etc.) e há um grande espaço para diálogo mutidisciplinar. A seleção é composta de uma prova de conhecimento específico e uma prova de proficiência. O prazo para inscrição termina no dia 21/11 e as provas contecem entre os dias 25 e 27 de novembro. Eu entrei no programa recentemente e estou trabalhando, este semestre, com uma disciplina de Tópicos Especiais em Redes Sociais e no próximo, com Redes Sociais e Conversação Mediada pelo Computador. As aulas acontecem normalmente nas quintas, sextas e sábados, a cada 15 dias (dependendo das disciplinas escolhidas), o que dá uma boa folga para quem é de fora e quer vir estudar. O programa tem nota 4 atualmente pela avaliação da CAPES (nota máxima para um programa sem doutorado, que como recém foi aberto, só entra na próxima avaliação)....</description>
<guid isPermaLink="false">3807@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="61608092008113315.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/61608092008113315.jpg" width="232" height="222" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Atenção futuros <em>orientandos raquelianos</em>: O <a href="http://antares.ucpel.tche.br/poslet/" target=_blank>PPGL/UCPel</a> acaba de <a href="http://www.ucpel.tche.br/portal/index.php?secao=noticias&id=1410" target=_blank>abrir as inscrições para a seleção de mestrado e doutorado</a>. O programa faz uma seleção única para o mestrado e depois, os orientandos é que vão, no decorrer do curso, escolhendo sua linha de pesquisa e seus orientadores. Eu estou inserida na linha de pesquisa de <strong>Texto, Discurso e Relações Sociais</strong> e interessam-me trabalhos na área de estudos de conversação, discurso e redes sociais na Internet. Também tenho trabalhado com difusão de informações em redes sociais de uma perspectiva discursiva. Lá no programa, há espaço para estudos de texto, gênero, literatura, linguagem, relações sociais mediadas pela linguagem, estilos jornalísticos e publicitários, semiótica e etc., e o público-alvo é amplo (temos alunos formados em Jornalismo, Publicidade, Informática, Letras, Administração e etc.) e há um grande espaço para diálogo mutidisciplinar.
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A seleção é composta de uma prova de conhecimento específico e uma prova de proficiência. O prazo para inscrição termina no dia 21/11 e as provas contecem entre os dias 25 e 27 de novembro. Eu entrei no programa recentemente e estou trabalhando, este semestre, com uma disciplina de <strong>Tópicos Especiais em Redes Sociais</strong> e no próximo, com <strong>Redes Sociais e Conversação Mediada pelo Computador</strong>. As aulas acontecem normalmente nas <strong>quintas, sextas e sábados, a cada 15 dias</strong> (dependendo das disciplinas escolhidas), o que dá uma boa folga para quem é de fora e quer vir estudar. O programa tem nota 4 atualmente pela avaliação da CAPES (nota máxima para um programa sem doutorado, que como recém foi aberto, só entra na próxima avaliação).</p>
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<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/ppgl_abre_inscricoes_para_a_selecao_de_mestrado_e_doutorado.html#comments" title="Comment on: PPGL abre inscrições para a seleção de mestrado e doutorado">Comentarios (1)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.miriadee.blogspot.com" href="http://www.miriadee.blogspot.com" rel="nofollow">Andréia Alves Pires</a> on 
set 10, 2008 12:03 AM) 

Eba!! :) Mas pelo que entendi... não abriu inscrição para o Doutorado ainda.. </p>
</description>
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<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-09-09T11:13:14-03:00</dc:date>
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