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<title>dot.dot.dot.</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/</link>
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<dc:creator>ricardo.araujo@gmail.com</dc:creator>
<dc:rights>Copyright 2008</dc:rights>
<dc:date>2008-08-02T04:58:50-03:00</dc:date>
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<title>Resetando a BIOS de um notebook Asus W5</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/resetando_a_bios_de_um_notebook_asus_w5.html</link>
<description>Para tentar desativar meu HD interno do meu Asus W5 para realizar alguns testes com boot a partir de um HD externo, fui na BIOS e optei por desativar o canal IDE onde o HD está ligado. Este é um procedimento bem normal em qualquer computador. Mas depois de desativar, meu notebook resolveu que nunca mais deixaria ativar o canal novamente. A opção de reabilitar simplesmente não existe na BIOS! O resultado foi que o HD interno não era mais reconhecido. Depois de uma boa busca no Google, não encontrei solução. Portanto, parti para tentar resetar a BIOS. Porém, como resetar a BIOS de um notebook? Não há um jumper como em placas-mãe tradicionais e a bateria da BIOS é absolutamente inacessível. Felizmente, há um truque para resetar a BIOS de placas-mãe Asus que também funciona para os notebooks da mesma marca. Basta manter a tecla CTRL pressionada enquanto se liga o computador. Há que se mantê-la pressionada por vários segundos. Em seguida, solta-se a tecla, aguarde o boot e reinicia o computador. A BIOS terá voltado a sua configuração padrão (ou, pelo menos, ele volta a detectar o canal IDE)....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Para tentar desativar meu HD interno do meu Asus W5 para realizar alguns testes com boot a partir de um HD externo, fui na BIOS e optei por desativar o canal IDE onde o HD está ligado. Este é um procedimento bem normal em qualquer computador. Mas depois de desativar, meu notebook resolveu que nunca mais deixaria ativar o canal novamente. A opção de reabilitar simplesmente não existe na BIOS! O resultado foi que o HD interno não era mais reconhecido.</p>

<p>Depois de uma boa busca no Google, não encontrei solução. Portanto, parti para tentar resetar a BIOS. Porém, como resetar a BIOS de um notebook? Não há um jumper como em placas-mãe tradicionais e a bateria da BIOS é absolutamente inacessível. </p>

<p>Felizmente, há um truque para resetar a BIOS de placas-mãe Asus que também funciona para os notebooks da mesma marca. Basta manter a tecla CTRL pressionada enquanto se liga o computador. Há que se mantê-la pressionada por vários segundos. Em seguida, solta-se a tecla, aguarde o boot e reinicia o computador. A BIOS terá voltado a sua configuração padrão (ou, pelo menos, ele volta a detectar o canal IDE).</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/resetando_a_bios_de_um_notebook_asus_w5.html#comments" title="Comment on: Resetando a BIOS de um notebook Asus W5">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Computação</dc:subject>
<dc:date>2008-08-02T04:58:50-03:00</dc:date>
</item>

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<title>Opera 9.5</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/opera_95.html</link>
<description>Foi lançado hoje (13 de junho) a versão 9.5 do navegador Opera. Esta versão está no forno há um bom tempo e muitas modificações foram feitas no &quot;motor&quot; do aplicativo. O lançamento certamente foi acelerado para antecipar o lançamento do Firefox 3, mas não deve ser o caso de terem colocado na rua uma versão incompleta, já que o blog de desenvolvimento já indicava o lançamento há algum tempo. Há diversas novidades nesta versão, as duas principais talvez sejam a possibilidade de fazer buscas em sites já visitados e sincronizar as preferências entre múltiplos navegadores. Os sites mantidos no cache agora podem ser utilizados para busca, tornando simples tentar encontrar aquele site que você fechou há pouco mas não lembra o endereço mais. Com o Opera Link, as preferências do navegador - bookmarks, speed dials, por exemplo - são mantidos em um servidor do Opera e podem ser sincronizados com o Opera Mini, no celular, ou com outro computador. Muito prático para quem costuma navegar de múltiplos locais. Entre as novidades não muito visíveis, estão melhorias no sistema de e-mail (o M2) e no motor de renderização de páginas. Prometem renderizações mais velozes, com menor consumo de memória. Também incluída nessa versão está o Dragonfly - um conjunto de ferramentas para auxiliar o desenvolvimento de sites, que incluem inspetor de CSS e DOM e debugador de Javascript. Uma mão na roda para qualquer desenvolvedor. Eu utilizo o Opera já há alguns anos. O principal motivo é o cliente de e-mail integrado ao navegador (e o consumo de memória é muito menor que Firefox +Thunderbird), mas me acostumei a diversos apetrechos que o navegador oferece. Gosto de poder dar CTRL+Z para dar &quot;undo&quot; no fechamento de uma tab, reabrindo-a, por exemplo. Os problemas nunca superaram as vantagens e esta nova versão parece dar uma atualizada em probleminhas que incomodavam durante esses anos. Ou assim espero....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado hoje (13 de junho) a <a href="http://www.opera.com">versão 9.5 do navegador Opera</a>. Esta versão está no forno há um bom tempo e muitas modificações foram feitas no "motor" do aplicativo. O lançamento certamente foi acelerado para antecipar o lançamento do Firefox 3, mas não deve ser o caso de terem colocado na rua uma versão incompleta, já que o blog de desenvolvimento já indicava o lançamento há algum tempo.</p>

<p>Há diversas novidades nesta versão, as duas principais talvez sejam a possibilidade de fazer buscas em sites já visitados e sincronizar as preferências entre múltiplos navegadores. Os sites mantidos no cache agora podem ser utilizados para busca, tornando simples tentar encontrar aquele site que você fechou há pouco mas não lembra o endereço mais. Com o Opera Link, as preferências do navegador - bookmarks, speed dials, por exemplo - são mantidos em um servidor do Opera e podem ser sincronizados com o <a href="http://www.operamini.com/">Opera Mini</a>, no celular, ou com outro computador. Muito prático para quem costuma navegar de múltiplos locais.</p>

<p>Entre as novidades não muito visíveis, estão melhorias no sistema de e-mail (o M2) e no motor de renderização de páginas. Prometem renderizações mais velozes, com menor consumo de memória. Também incluída nessa versão está o <a href="http://www.opera.com/products/dragonfly/">Dragonfly</a> - um conjunto de ferramentas para auxiliar o desenvolvimento de sites, que incluem inspetor de CSS e DOM e debugador de Javascript. Uma mão na roda para qualquer desenvolvedor.</p>

<p>Eu utilizo o Opera já há alguns anos. O principal motivo é o cliente de e-mail integrado ao navegador (e o consumo de memória é muito menor que Firefox +Thunderbird), mas me acostumei a diversos apetrechos que o navegador oferece. Gosto de poder dar CTRL+Z para dar "undo" no fechamento de uma tab, reabrindo-a, por exemplo. Os problemas nunca superaram as vantagens e esta nova versão parece dar uma atualizada em probleminhas que incomodavam durante esses anos. Ou assim espero.<br />
</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/opera_95.html#comments" title="Comment on: Opera 9.5">Comentarios (1)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://gondolin.blogspot.com" href="http://gondolin.blogspot.com" rel="nofollow">Thiago Hirai</a> on 
jul 21, 2008  4:12 AM) 

Deixei um meme pra ti lá no Gondolin.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Computação</dc:subject>
<dc:date>2008-06-13T12:14:00-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>OpenSocial</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/opensocial.html</link>
<description>Tenho me entretido descobrindo e desenvolvendo pequenas coisas para o OpenSocial, do Google. O OpenSocial é uma API para aplicativos sociais - orkut, hi5, myspace... quase tudo, menos o Facebook - e é mais uma entre as dezenas de APIs que o Google disponibiliza. A diferença realmente está em ser uma API &quot;aberta&quot;, no sentido de poder ser utilizada por qualquer site de rede social. A utilização do OpenSocial permite criar aplicativos para sites de rede social que suportem a API, de uma maneira bastante semelhante a criação de aplicativos para o Facebook. Desenvolve-se o aplicativo utilizando-se HTML e Javascript (pelo menos) e faz-se chamadas à API para recuperar informações sobre a rede social, bem como interagir com amigos e outros usuários de maneiras diversas. O OpenSocial é a especificação de um conjunto de funções mínimas que um site de rede social deve suportar para poder dizer que suporta a API. Há funções para, por exemplo, recuperar a lista de amigos e acessar informações em perfis. Como as funções devem ser idênticas para qualquer site que as suporte, isso significa que os aplicativos gerados potencialmente funcionarão com mínimas modificações em diferentes sites. Não é difícil portar um aplicativo do Orkut para o Hi5, Myspace ou mesmo para o iGoogle. A exceção é quando utiliza-se funções adicionais à API básica, que podem ser específicas de um site em particular. Para quem tem experiência com Javascript e a programação orientada a eventos, construir um aplicativo com OpenSocial é relativamente simples. Algumas limitações dificultam um pouco o processo. Por exemplo, no Orkut cada usuário pode ter no máximo 10KB por aplicativo para armazenar informações não-voláteis. Portanto, qualquer coisa acima disso tem que ser armazenado externamente, o que passa a exigir comunicação entre servidores (que é permitido, com algumas restrições de privacidade). Estou projetando alguns aplicativos que podem ser divertidos, mais para aprender do que qualquer outra coisa. Assim que tiver algo, coloco no Orkut. Mesmo que ainda não tenham lançados os aplicativos no Brasil....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div class="imagem"><img src="http://code.google.com/apis/opensocial/images/opensocial.jpg"></div>Tenho me entretido descobrindo e desenvolvendo pequenas coisas para o <a href="http://code.google.com/apis/opensocial/">OpenSocial</a>, do <a href="http://www.google.com">Google</a>. O OpenSocial é uma API para aplicativos sociais - <a href="http://www.orkut.com">orkut</a>, <a href="http://www.hi5.com">hi5</a>, <a href="http://www.myspace.com">myspace</a>... quase tudo, menos o <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> - e é mais uma entre as <a href="http://code.google.com/more/">dezenas de APIs</a> que o Google disponibiliza. A diferença realmente está em ser uma API "aberta", no sentido de poder ser utilizada por qualquer site de rede social.

<p>A utilização do OpenSocial permite criar aplicativos para sites de rede social que suportem a API, de uma maneira bastante semelhante a criação de aplicativos para o Facebook. Desenvolve-se o aplicativo utilizando-se HTML e Javascript (pelo menos) e faz-se chamadas à API para recuperar informações sobre a rede social, bem como interagir com amigos e outros usuários de maneiras diversas.</p>

<p>O OpenSocial é a especificação de um conjunto de funções mínimas que um site de rede social deve suportar para poder dizer que suporta a API. Há funções para, por exemplo, recuperar a lista de amigos e acessar informações em perfis. Como as funções devem ser idênticas para qualquer site que as suporte, isso significa que os aplicativos gerados potencialmente funcionarão com mínimas modificações em diferentes sites. Não é difícil portar um aplicativo do Orkut para o Hi5, Myspace ou mesmo para o <a href="http://www.google.com/ig">iGoogle</a>. A exceção é quando utiliza-se funções adicionais à API básica, que podem ser específicas de um site em particular.</p>

<p>Para quem tem experiência com Javascript e a programação orientada a eventos, construir um aplicativo com OpenSocial é relativamente simples. Algumas limitações dificultam um pouco o processo. Por exemplo, no Orkut cada usuário pode ter no máximo 10KB por aplicativo para armazenar informações não-voláteis. Portanto, qualquer coisa acima disso tem que ser armazenado externamente, o que passa a exigir comunicação entre servidores (que é permitido, com algumas restrições de privacidade). </p>

<p>Estou projetando alguns aplicativos que podem ser divertidos, mais para aprender do que qualquer outra coisa. Assim que tiver algo, coloco no Orkut. Mesmo que ainda não tenham lançados os aplicativos no Brasil.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/opensocial.html#comments" title="Comment on: OpenSocial">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Computação</dc:subject>
<dc:date>2008-05-29T22:37:59-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>24 mitos sobre a Evolução</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/24_mitos_sobre_a_evolucao.html</link>
<description>A New Scientist (tenho que assinar essa revista um dia) está com um artigo compilando os 24 mitos mais comuns sobre a Evolução. Apenas 10 são sobre a Evolução em si, outros 14 são sobre o Criacionismo. O meu favorito: seleção natural leva a organismos incrementalmente mais complexos. É o &quot;mito&quot; que mais desafia o bom senso, ou pelo menos o que vemos no dia-a-dia. Ainda assim, mesmo que complexidade não seja exigida, ela aparentemente ajuda....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A New Scientist (tenho que assinar essa revista um dia) está com um artigo compilando os <a href="http://www.newscientist.com/channel/life/dn13620-evolution-24-myths-and-misconceptions.html?DCMP=ILC-hmts&nsref=top1_head_Evolution:%2024%20myths%20and%20misconceptions">24 mitos mais comuns sobre a Evolução</a>. Apenas 10 são sobre a Evolução em si, outros 14 são sobre o Criacionismo. </p>

<p>O meu favorito: <a href="http://www.newscientist.com/channel/life/dn13617-evolution-myths-natural-selection-leads-to-ever-greater-complexity.html">seleção natural leva a organismos incrementalmente mais complexos</a>. É o "mito" que mais desafia o bom senso, ou pelo menos o que vemos no dia-a-dia. Ainda assim, mesmo que complexidade não seja exigida, ela <a href="http://www.wired.com/science/discoveries/news/2008/04/beyond_darwin?currentPage=all">aparentemente ajuda</a>.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/24_mitos_sobre_a_evolucao.html#comments" title="Comment on: 24 mitos sobre a Evolução">Comentarios (1)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.gabilima.com" href="http://www.gabilima.com" rel="nofollow">gabi</a> on 
mai 20, 2008  4:42 PM) 

se realmente existe selecao natural, como q me explicam ainda existir fanta uva?</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Ciência</dc:subject>
<dc:date>2008-04-19T16:46:55-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Ubuntu em um iBook G4</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/ubuntu_em_um_ibook_g4.html</link>
<description>Se você está tentando rodar o Ubuntu 6.06 em um iBook G4 e recebe uma mensagem de erro relativo a alguma coisa como &quot;bonobo-server&quot;, quando o Gnome está inicializando, o problema provavelmente é devido a data do sistema estar incorretamente setada. Os iBooks tem a péssima mania de retornarem a 1904 se ficarem sem alimentação (sem bateria e fora da tomada). Como o ano inicial dos Linux é 1970, acaba-se com um ano negativo que o Gnome não sabe como processar. Basta reajustar o relógio do sistema para que tudo funcione....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está tentando rodar o Ubuntu 6.06 em um iBook G4 e recebe uma mensagem de erro relativo a alguma coisa como "bonobo-server", quando o Gnome está inicializando, o problema provavelmente é devido a data do sistema estar incorretamente setada. </p>

<p>Os iBooks tem a péssima mania de retornarem a 1904 se ficarem sem alimentação (sem bateria e fora da tomada). Como o ano inicial dos Linux é 1970, acaba-se com um ano negativo que o Gnome não sabe como processar.</p>

<p>Basta reajustar o relógio do sistema para que tudo funcione.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/ubuntu_em_um_ibook_g4.html#comments" title="Comment on: Ubuntu em um iBook G4">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Computação</dc:subject>
<dc:date>2008-03-31T13:30:14-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Athur C. Clarke</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/athur_c_clarke.html</link>
<description>Arthur C. Clarke faleceu no dia 18 de março. Clarke foi um dos maiores autores de ficção científica, mas também um dos poucos a realmente fazer jus à essa categoria literária. É uma linha tênue que separa a &quot;realidade fantástica&quot; da &quot;ficção científica&quot;. A última, na minha visão ideológica de quem nunca estudou literatura, se concentraria em extrapolações científicas mas mantendo-se dentro do que é possível, concebível ou razoável. A primeira, por outro lado, não teria qualquer compromisso com viabilidade técnica ou científica. Não é a toa que Clarke imaginou satélites artficiais para comunicação antes que estes fossem realmente (re)inventados. É curioso que um dos meus livros favoritos, The Songs From a Distant Earth, de sua autoria, seja também o único livro que li dele. Tenho certeza que já li trechos de &quot;2001&quot; e até de &quot;2010&quot;, mas não guardo recordações destes estranhamente. Algo a corrigir no futuro próximo....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Arthur C. Clarke faleceu no dia 18 de março. Clarke foi um dos maiores autores de ficção científica, mas também um dos poucos a realmente fazer jus à essa categoria literária. É uma linha tênue que separa a "realidade fantástica" da "ficção científica". A última, na minha visão ideológica de quem nunca estudou literatura, se concentraria em extrapolações científicas mas mantendo-se dentro do que é possível, concebível ou razoável. A primeira, por outro lado, não teria qualquer compromisso com viabilidade técnica ou científica. Não é a toa que Clarke imaginou satélites artficiais para comunicação antes que estes fossem realmente (re)inventados. </p>

<p>É curioso que um dos meus livros favoritos, <a href="http://www.amazon.com/Songs-Distant-Earth-Arthur-Clarke/dp/0345322401">The Songs From a Distant Earth</a>, de sua autoria, seja também o único livro que li dele. Tenho certeza que já li trechos de "2001" e até de "2010", mas não guardo recordações destes estranhamente. Algo a corrigir no futuro próximo.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/athur_c_clarke.html#comments" title="Comment on: Athur C. Clarke">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Livros</dc:subject>
<dc:date>2008-03-21T17:30:57-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Na boquinha do siri</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/na_boquinha_do_siri.html</link>
<description>Postando só por que ninguém parece ter postado isso ainda... Antes de ouvir a música abaixo, que aparece nos créditos do excelente filme Juno, leia três vezes em voz alta as seguintes palavras: &quot;na boquinha do siri&quot;. Agora dê play abaixo. Conseguiu ouvir alguma coisa diferente?...</description>
<guid isPermaLink="false">3605@http://www.pontomidia.com.br/ricardo/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Postando só por que ninguém parece ter postado isso ainda... Antes de ouvir a música abaixo, que aparece nos créditos do excelente filme Juno, leia três vezes em voz alta as seguintes palavras: "na boquinha do siri". Agora dê play abaixo.</p>

<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A342pViKLDs&hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/A342pViKLDs&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>

<p>Conseguiu ouvir alguma coisa diferente?</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/na_boquinha_do_siri.html#comments" title="Comment on: Na boquinha do siri">Comentarios (6)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.ciberpromenade.wordpress.com" href="http://www.ciberpromenade.wordpress.com" rel="nofollow">Rebs</a> on 
mar 15, 2008  7:15 PM) 

uihauiahiauhauih!!! "na boquinha do siri" é ótimo! :P</p>
<p>(<a title="http://backtracking.blogspot.com" href="http://backtracking.blogspot.com" rel="nofollow">Renata</a> on 
mar 15, 2008  9:54 PM) 

Cool, feeds com comentários! :D
Mas isso quer dizer que sempre que alguem comentar nos blogs do pontomedia ele vai aparecer como nao lido no meu feed reader?</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/ricardo" href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo" rel="nofollow">Ricardo</a> on 
mar 16, 2008  5:13 PM) 

hmmm boa pergunta. Eu acho que não, os readers devem verificar pela data e não pelo conteúdo. Avise-me do contrário :)</p>
<p>(<a title="http://www.actea.blogspot.com" href="http://www.actea.blogspot.com" rel="nofollow">Dani</a> on 
mar 17, 2008  4:20 PM) 

Eu escutei "na boquinha do siri"!!! XD</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/ricardo" href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo" rel="nofollow">Ricardo</a> on 
mar 17, 2008  5:53 PM) 

Eu não consigo ouvir outra coisa nem sabendo o que realmente falam :)</p>
<p>(Mô on 
mar 26, 2008 12:01 AM) 

jesus! eu também tinha percebido! pensei que estava doida!!
deve ser algo tipo aquela mensagem velada do tempo de ragatanga.
só que esse é bem mais explicíto, hehe.

ótimo filme!</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Cinema</dc:subject>
<dc:date>2008-03-14T19:47:09-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Wii-TV</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/wiitv.html</link>
<description>O Engadget noticiou que no Japão os Wii&apos;s agora possuem um novo &quot;canal&quot; (como são chamados as funções extras do videogame) que permite acessar a programação e controlar a TV. Quem escreveu a matéria parece interessado no conceito de controlar a TV com o wiimote, mas ao que tudo indica essa nova função pode ser revolucionário para as estações e produtoras de programas para TV. Isso por que além de permitir selecionar canais de TV, a nova função adiciona um toque social ao processo. O Wii efetivamente registra e envia para servidores da Nintendo todo o comportamento do jogador/telespectador. Assim, pode-se ver estatísticas sobre canais e programas, mostrando os populares, por exemplo. Isso permite que a Nintendo tenha acesso a dados sobre os hábitos de telespectadores. E é disso que anunciantes precisam para saber onde e quando vão veicular suas propagandas multi-milionárias. Mas mais do que isso, introduz-se uma realimentação social ao processo de ver TV - se um programa torna-se popular, ele tenderá a tornar-se ainda mais popular por ser listado como popular. Isso já existe hoje, é claro, mas é difícil prever como será quando algo assim puder ser feito em tempo real. É claro que isso só será significativo se o Wii tiver uma penetração razoável e também conseguir atingir outras classes etárias e econômicas. Mas do jeito que a Nintendo tem vendido o console, não é algo irreal. Porém, parece-me necessário que se descubra uma maneira de identificar quem, afinal, está trocando o canal. Isto por que uma única TV atende uma quantidade razoável de pessoas em uma casa e os hábitos variam bastante. Os sistemas automáticos atuais fazem essa distinção (não sei como). Assim, prevejo que o Wii2 (Wii²) terá no seu botão principal um leitor de digitais, que permitirá automaticamente identificar quem está segurando o controle. Quando sair, lembre que você leu primeiro aqui....</description>
<guid isPermaLink="false">3589@http://www.pontomidia.com.br/ricardo/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.engadget.com/2008/03/04/nintendo-launches-tv-guide-channel-in-japan-enables-wiimote-to/">Engadget noticiou</a> que no Japão os Wii's agora possuem um novo "canal" (como são chamados as funções extras do videogame) que permite acessar a programação e controlar a TV. Quem escreveu a matéria parece interessado no conceito de controlar a TV com o wiimote, mas ao que tudo indica essa nova função pode ser revolucionário para as estações e produtoras de programas para TV.</p>

<p>Isso por que além de permitir selecionar canais de TV, a nova função adiciona um toque social ao processo. O Wii efetivamente registra e envia para servidores da Nintendo todo o comportamento do jogador/telespectador. Assim, pode-se ver estatísticas sobre canais e programas, mostrando os populares, por exemplo. Isso permite que a Nintendo tenha acesso a dados sobre os hábitos de telespectadores. E é disso que anunciantes precisam para saber onde e quando vão veicular suas propagandas multi-milionárias. Mas mais do que isso, introduz-se uma realimentação social ao processo de ver TV - se um programa torna-se popular, ele tenderá a tornar-se ainda mais popular por ser listado como popular. Isso já existe hoje, é claro, mas é difícil prever como será quando algo assim puder ser feito em <strong>tempo real</strong>.</p>

<p>É claro que isso só será significativo se o Wii tiver uma penetração razoável e também conseguir atingir outras classes etárias e econômicas. Mas do jeito que a Nintendo tem vendido o console, não é algo irreal. Porém, parece-me necessário que se descubra uma maneira de identificar quem, afinal, está trocando o canal. Isto por que uma única TV atende uma quantidade razoável de pessoas em uma casa e os hábitos variam bastante. Os sistemas automáticos atuais fazem essa distinção (não sei como).</p>

<p>Assim, prevejo que o Wii2 (Wii²) terá no seu botão principal um leitor de digitais, que permitirá automaticamente identificar quem está segurando o controle. Quando sair, lembre que você leu primeiro aqui.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/wiitv.html#comments" title="Comment on: Wii-TV">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
<dc:date>2008-03-04T21:47:58-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Horário de Verão gasta mais energia?</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/horario_de_verao_gasta_mais_energia.html</link>
<description>Todos acreditamos que o horário de verão ajuda a economizar energia. É intuitivamente correto - faz sentido que desloquemos nossa vida produtiva para aproveitar a luz natural e evitar o uso de luz artificial. Todo ano os jornais publicam como tal medida poupa até 1% de energia nos meses em que está em efeito. Porém, o estudo que teria mostrado tal economia já data de mais de 30 anos. Um novo estudo aponta que o contrário pode estar acontecendo e o horário de verão, de fato, estaria gastando mais energia do que poupando. Isso seria devido principalmente a introdução de condicionadores de ar. A teoria é que as pessoas vão para casa enquanto ainda há sol e precisam ligar seus condicionadores de ar para se refrescarem. Sem mudança no horário, as pessoas iriam para casa já de noite, quando a temperatura estaria mais agradável. A matéria sobre o assunto, linkada acima, indica que apesar do estudo ser convincente, ele pode ser aplicável somente ao estado (e país) onde foi feito. No caso, Indiana, EUA. Isto é, em média a medida poderia ainda ajudar a economizar energia ainda que para algumas cidades e estados o contrário ocorresse. Outros pesquisadores também mencionam o fato de haver benefícios indiretos da medida, como aumentos na produtividade....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Todos acreditamos que o horário de verão ajuda a economizar energia. É intuitivamente correto - faz sentido que desloquemos nossa vida produtiva para aproveitar a luz natural e evitar o uso de luz artificial. Todo ano os jornais publicam como tal medida poupa até 1% de energia nos meses em que está em efeito.</p>

<p>Porém, o estudo que teria mostrado tal economia já data de mais de 30 anos. <a href="http://online.wsj.com/public/article/SB120406767043794825-UOLcfJA8x9Gw9ozbCz77MiLmtaE_20080327.html?mod=tff_main_tff_top">Um novo estudo</a> aponta que o contrário pode estar acontecendo e o horário de verão, de fato, estaria <em>gastando</em> mais energia do que poupando. Isso seria devido principalmente a introdução de condicionadores de ar. A teoria é que as pessoas vão para casa enquanto ainda há sol e precisam ligar seus condicionadores de ar para se refrescarem. Sem mudança no horário, as pessoas iriam para casa já de noite, quando a temperatura estaria mais agradável.</p>

<p>A matéria sobre o assunto, linkada acima, indica que apesar do estudo ser convincente, ele pode ser aplicável somente ao estado (e país) onde foi feito. No caso, Indiana, EUA. Isto é, em média a medida poderia ainda ajudar a economizar energia ainda que para algumas cidades e estados o contrário ocorresse. Outros pesquisadores também mencionam o fato de haver benefícios indiretos da medida, como aumentos na produtividade.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/horario_de_verao_gasta_mais_energia.html#comments" title="Comment on: Horário de Verão gasta mais energia?">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Ciência</dc:subject>
<dc:date>2008-03-04T21:22:22-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Casablanca com vozes do Bob Esponja</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/casablanca_com_vozes_do_bob_esponja.html</link>
<description> Casablanca dublado pelos atores de Bob Esponja (em inglês, claro). Cômico....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0eYkc2oQyOQ&rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0eYkc2oQyOQ&rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>

<p>Casablanca dublado pelos atores de Bob Esponja (em inglês, claro). Cômico.</p></p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(Celso L.L. Rodrigues on 
mar  4, 2008  6:38 PM) 

Comentário do YouTube: "We're sorry, this video is no longer available."  Seria algo täo comprometedor dos direitos dos autores do filme, ou do Bob Esponja?

Sds,
Celso R.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Bobagens</dc:subject>
<dc:date>2008-02-11T22:16:23-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MacBook Air e seu HD de estado sólido</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/macbook_air_e_seu_hd_de_estado_solido.html</link>
<description>A Ars Technica está com um comparativo dos dois modelos de MacBook Air, um deles usando o HD de estado sólido (SDD). São interessantes os testes de desempenho do HD. Podia-se pensar que um HD de estado sólido seria muito mais rápido que um HD mecânico convencional (especialmente um de 4200RPM) - afinal, não há partes móveis. No entanto, não é o que acontece. O SSD é ótimo para acessos aleatórios mas péssimo para acessos seqüenciais. Acessos aleatórios realmente são os mais penosos para um HD convencional, pois este tem que mover sua cabeça de leitura constantemente; portanto o desempenho superior (40% superior, para ser mais exato) se explica. Mas não há, em princípio, nenhuma razão óbvia para ter um desempenho ruim no acesso seqüencial. De qualquer forma, os sistemas operacionais foram projetados para usarem HDs mecânicos, levando em conta suas limitações. Por exemplo, há preferência por ler grandes blocos seqüenciais de uma unica vez para evitar a possibilidade de ter que fazer o HD voltar ao mesmo ponto posteriormente. O resultado é que o desempenho final da máquina acaba não tendo ganhos significativos com o SSD. Isso mostra duas coisas. Primeiro, HDs mecânicos são impressionantes. Para algo que tem que mover fisicamente suas partes, é quase assombroso que se tenha o desempenho que se tem com os HDs atuais. Segundo, o SSD, em termos de desempenho apenas, não é ainda competitivo com os HDs convencionais. Será necessário que a tecnologia evolua para aprimorar a leitura sequencial, mas também que os sistemas operacionais se adaptem a nova tecnologia, considerando as novas limitações e vantagens. Onde o SSD realmente leva vantagem, suponho, é em resistência física. Mas ainda resta saber como se sai em durabilidade com uso normal....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Ars Technica está com um <a href="http://arstechnica.com/reviews/hardware/macbook-air-ssd-review.ars">comparativo dos dois modelos de MacBook Air</a>, um deles usando o HD de estado sólido (SDD). São interessantes os testes de desempenho do HD. Podia-se pensar que um HD de estado sólido seria muito mais rápido que um HD mecânico convencional (especialmente um de 4200RPM) - afinal, não há partes móveis.</p>

<p>No entanto, não é o que acontece. O SSD é ótimo para acessos aleatórios mas péssimo para acessos seqüenciais. Acessos aleatórios realmente são os mais penosos para um HD convencional, pois este tem que mover sua cabeça de leitura constantemente; portanto o desempenho superior (40% superior, para ser mais exato) se explica. Mas não há, em princípio, nenhuma razão óbvia para ter um desempenho ruim no acesso seqüencial. De qualquer forma, os sistemas operacionais foram projetados para usarem HDs mecânicos, levando em conta suas limitações. Por exemplo, há preferência por ler grandes blocos seqüenciais de uma unica vez para evitar a possibilidade de ter que fazer o HD voltar ao mesmo ponto posteriormente.</p>

<p>O resultado é que o desempenho final da máquina acaba não tendo ganhos significativos com o SSD. Isso mostra duas coisas. Primeiro, HDs mecânicos são impressionantes. Para algo que tem que mover fisicamente suas partes, é quase assombroso que se tenha o desempenho que se tem com os HDs atuais. Segundo, o SSD, em termos de desempenho apenas, não é ainda competitivo com os HDs convencionais. Será necessário que a tecnologia evolua para aprimorar a leitura sequencial, mas também que os sistemas operacionais se adaptem a nova tecnologia, considerando as novas limitações e vantagens.</p>

<p>Onde o SSD realmente leva vantagem, suponho, é em resistência física. Mas ainda resta saber como se sai em durabilidade com uso normal.</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/macbook_air_e_seu_hd_de_estado_solido.html#comments" title="Comment on: MacBook Air e seu HD de estado sólido">Comentarios (3)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/raquel" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" rel="nofollow">Raquel</a> on 
fev  6, 2008  8:57 AM) 

Um HD de estado sólido é oposto ao Hd de estado gasoso? será que um HD líquido não vai estragar o McBook? :PPPP</p>
<p>(<a title="http://doisgugol.blogspot.com" href="http://doisgugol.blogspot.com" rel="nofollow">Mario</a> on 
fev  7, 2008  7:57 AM) 

Soh para deixar registrado que sou o mais novo usuario mac.
Acabo de receber o meu Macbook preto com direito a receber tb uma tela plana wide de 24polegadas...

Morram de inveja... (senao pelo mac pela tela plana...)</p>
<p>(Jean on 
fev  9, 2008 10:57 AM) 

A solução pra isso aí, é guardar todos os dados aleatoriamente no HD... :)</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Computação</dc:subject>
<dc:date>2008-02-06T08:21:59-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>E mais criacionismo</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/e_mais_criacionismo.html</link>
<description>Foi só falar no Huckabee e sua crença em criacionismo que o Brasil já teve que correr atrás e já temos uma ministra criticando a teoria da evolução e supostamente defendendo o ensino de teorias alternativas (i.e. criacionismo) nas escolas. É o Brasil na vanguarda do retrocesso científico. No artigo do jornalista da Folha (linkado acima), é dito que &quot;o grande erro da comunidade científica norte-americana foi ter esperado tempo demais antes de reagir às investidas criacionistas&quot;. É verdade. Mas é justificada e compreensível tal demora. Cientistas, em geral, tem dificuldade para compreender como alguém pode viver uma vida sem seguir rígidos preceitos científicos. Para eles (nós, aliás), não é concebível que uma idéia que não tenha fortes evidências a seu favor se mantenha na tona por muito tempo. O criacionismo pegou todos de surpresa e está-se até hoje tentando entender como algo assim pode ainda existir (a resposta, naturalmente, envolve o eterno desejo das pessoas em acreditar no que é conveniente e não no que é, ou lhes parece, verdade). Esperava-se que, eventualmente, as pessoas iam se dar conta do que estavam falando e esquecer o assunto. Eu costumo pensar que não seria tão ruim assim ensinar teorias &quot;alternativas&quot;. Comparar a teoria da evolução com outras teorias malucas faria com que ela se parecesse ainda mais auto-evidente e intuitiva para toda uma nova geração. Ou pelo menos para uma nova geração de pessoas razoáveis....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Foi só falar no <a href="http://pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/huckabee_e_a_evolucao.html">Huckabee e sua crença em criacionismo</a> que o Brasil já teve que correr atrás e já temos uma <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u368285.shtml">ministra criticando a teoria da evolução</a> e supostamente defendendo o ensino de teorias alternativas (i.e. criacionismo) nas escolas. </p>

<p>É o Brasil na vanguarda do retrocesso científico.</p>

<p>No artigo do jornalista da Folha (linkado acima), é dito que "o grande erro da comunidade científica norte-americana foi ter esperado tempo demais antes de reagir às investidas criacionistas". É verdade. Mas é justificada e compreensível tal demora. Cientistas, em geral, tem dificuldade para compreender como alguém pode viver uma vida sem seguir rígidos preceitos científicos. Para eles (nós, aliás), não é concebível que uma idéia que não tenha fortes evidências a seu favor se mantenha na tona por muito tempo. O criacionismo pegou todos de surpresa e está-se até hoje tentando entender como algo assim pode ainda existir (a resposta, naturalmente, envolve o eterno desejo das pessoas em acreditar no que é conveniente e não no que é, ou lhes parece, verdade). Esperava-se que, eventualmente, as pessoas iam se dar conta do que estavam falando e esquecer o assunto. </p>

<p>Eu costumo pensar que não seria tão ruim assim ensinar teorias "alternativas". Comparar a teoria da evolução com outras teorias malucas faria com que ela se parecesse ainda mais auto-evidente e intuitiva para toda uma nova geração. Ou pelo menos para uma nova geração de pessoas razoáveis.</p>

<center><img alt="birdman_evolution.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/birdman_evolution.jpg" width="300" height="225" border="1" /></center></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/e_mais_criacionismo.html#comments" title="Comment on: E mais criacionismo">Comentarios (3)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/erico/" href="http://www.pontomidia.com.br/erico/" rel="nofollow">erico</a> on 
fev  4, 2008 12:02 AM) 

Precisamos de um Flying Spaghetti Monster brasileiro!

Minha proposta: a Teoria do Caldo de Feijoada.</p>
<p>(Celso Luiz Lopes Rodrigues on 
mar  7, 2008 11:19 PM) 

A Teoria da Evolução pode ser "intuitiva", mas não é isenta de problemas. Calma, não estou defendendo o criacioniosmo.  Mas uma coisa que não tem qualquer explicação pacífica (há explicações, mas muitas até contraditórias) é como se deu o salto dos compostos moleculares primitivos não-vivos (logo, sem qualquer motivo, razão e muito menos desejo de se reproduzir ou "sobreviver", conceito, aliás, que nem se pode lhes aplicar) para as primeira estruturas autorreprodutivas.  Uma coisa é um raio produzir em meio a oceano primevo um "coacervado" de aminoácidos.  Outra, muito mais gigantesca em complexidade e fortuidade é  ter uma combinação de aminoácidos na forma de bases de DNA e finalmente DNA.  Esta questão é, quase que sistematicamente, escamoteada de forma até desonesta pelos evolucionistas. Depois disso, tudo fica mais fácil.  Muito mais fácil. No entanto, daqui para a frente, a coisa vai ficar, necessariamente, mais difícil e menos intuitiva, isso sim.  A menos que passemos a fazer da evolução artigo de fé:  "Darwin disse.".</p>
<p>(Carlos on 
abr 15, 2008 11:21 AM) 

O cientificismo e o evolucionismo também são idelogias, e às vezes simples religiões. Ademais, o evolucionismo não explica a origem da vida e Darwin nem era ateu.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Pseudo-ciência</dc:subject>
<dc:date>2008-02-03T17:14:33-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Technorati</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/technorati.html</link>
<description>Este post é só para registrar que este blog realmente é meu no Technorati. Eles fazem isso verificando se eu tenho como postar um link para o meu perfil no blog - se eu posto, significa que o blog realmente é meu. Como não sei se só importa o link ou se o sistema deles verifica também o texto do link, melhor colocar tudo. Technorati Profile...</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Este post é só para registrar que este blog realmente é meu no Technorati. Eles fazem isso verificando se eu tenho como postar um link para o meu perfil no blog - se eu posto, significa que o blog realmente é meu. Como não sei se só importa o link ou se o sistema deles verifica também o texto do link, melhor colocar tudo.</p>

<p><a href="http://technorati.com/claim/39zr2e4rys" rel="me">Technorati Profile</a></p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/technorati.html#comments" title="Comment on: Technorati">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Internet</dc:subject>
<dc:date>2008-02-01T21:44:26-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>American Idol</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/american_idol.html</link>
<description>Aparentemente não se encontra tudo na Internet. Em um episódio de American Idol, aconteceu de a Paula Abdul votar não enquanto Simon Cowell e Randy Jackson votaram sim. Na minha memória do show, isso nunca havia acontecido. Como minha memória é volátil, fui procurar na memória coletiva que é a internet e não achei um histórico das votações de cada jurado para cada participante (ou pelo menos para cada participante que aparece na edição final). Seria muito interessante ter esses dados. Primeiro, para tirar minha dúvida. Segundo, por que todo tipo de análise estatística poderia ser feita aí. Minhas hipóteses iniciais, baseadas em memória, são: O voto de Simon para &quot;sim&quot; é um ótimo previsor para unanimidade - se ele vota sim, os outros dois também votarão sim; O voto de Paula para &quot;não&quot; é um ótimo previsor para unanimidade - se ela vota não, os outros dois também votarão não; O voto de Paula é extremamente correlacionado com o de Randy. Ambos tendem a ter votos iguais; O voto de Randy é um ótimo previsor para o voto de Paula quando este vota &quot;sim&quot;, mas não tanto quando vota &quot;não&quot;; (talvez contraditório com a hipótese anterior) A ordem com que os votos são anunciados afeta o resultado final - se Simon inicia e vota &quot;sim&quot;, torna-se mais provável que o candidato passe, por exemplo. Se os dados incluíssem informações sobre os avaliados, junto com os votos, seria ainda melhor. Então: alguém sabe se existem estes dados ou está disposto a rever todos episódios de American Idol e manter um controle?...</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente não se encontra <strong>tudo</strong> na Internet. Em um episódio de American Idol, aconteceu de a Paula Abdul votar <strong>não</strong> enquanto Simon Cowell e Randy Jackson votaram <strong>sim</strong>. Na minha memória do show, isso nunca havia acontecido. Como minha memória é volátil, fui procurar na memória coletiva que é a internet e não achei um histórico das votações de cada jurado para cada participante (ou pelo menos para cada participante que aparece na edição final).</p>

<p>Seria muito interessante ter esses dados. Primeiro, para tirar minha dúvida. Segundo, por que todo tipo de análise estatística poderia ser feita aí. Minhas hipóteses iniciais, baseadas em memória, são:</p>

<ol>
<li>O voto de Simon para "sim" é um ótimo previsor para unanimidade - se ele vota sim, os outros dois também votarão sim;</li>
<li>O voto de Paula para "não" é um ótimo previsor para unanimidade - se ela vota não, os outros dois também votarão não;</li>
<li>O voto de Paula é extremamente correlacionado com o de Randy. Ambos tendem a ter votos iguais;</li>
<li>O voto de Randy é um ótimo previsor para o voto de Paula quando este vota "sim", mas não tanto quando vota "não"; (talvez contraditório com a hipótese anterior)</li>
<li>A ordem com que os votos são anunciados afeta o resultado final - se Simon inicia e vota "sim", torna-se mais provável que o candidato passe, por exemplo.</li>
</ol>

<p>Se os dados incluíssem informações sobre os avaliados, junto com os votos, seria ainda melhor. Então: alguém sabe se existem estes dados ou está disposto a rever todos episódios de American Idol e manter um controle?</p></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/american_idol.html#comments" title="Comment on: American Idol">Comentarios (6)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(Alexandre on 
jan 27, 2008 10:02 PM) 

Não acredito que tu vês American Idol!? E ainda por cima comenta publicamente :)</p>
<p>(<a title="http://tecnotrash.blog.terra.com.br" href="http://tecnotrash.blog.terra.com.br" rel="nofollow">Bruno</a> on 
jan 28, 2008  9:09 AM) 

e pq ela vota não? como era o cantor?</p>
<p>(<a title="http://contracudegavetao.zip.net" href="http://contracudegavetao.zip.net" rel="nofollow">Cuca</a> on 
jan 28, 2008 12:06 PM) 

Será que com dados de votação conseguimos descobrir se tem alguma gravadora comprando os votos dos jurados? :) Tipo, um comportamento fora do padrão pode denunciar alguma instabilidade ética?</p>
<p>(Celso L.L Rodrigues on 
mar  4, 2008  6:07 PM) 

Primeiro, gostaria näo de te "parabenizar" (acho que nem existe este verbo), mas, pelo contrário, colocar-me relativamente (seja lá o que for isto) contra esta tua tendência a matematizar e mecanizar tudo. Quem sabe uma rede neural de apenas 5000 camadas, cada uma com apenas n - (n - 1) nodos (n sendo o número de ordem da camada) já näo seria capaz de dispensar estruturas täo obsoletas como a comissäo de seleçäo para o doutorado da UFRGS ou o Supremo Tribunal Federal, por exemplo?

Segundo, arriscaria também uma hipótese:  a Ivete seria a Paula Abdul da FURG.  Näo sei quem seria Randy.  Você seria o Simon.

Hi, hi, hi...

Sudaçöes,
Celso R.</p>
<p>(Celso L.L. Rodrigues on 
mar  4, 2008  6:11 PM) 

Digo,

Exsudaçöes,
celso R.</p>
<p>(<a title="http://www.pontomidia.com.br/ricardo" href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo" rel="nofollow">Ricardo</a> on 
mar  4, 2008  9:04 PM) 

Eu tentei essa comparação como piada em diversas bancas e não deu certo em nenhuma. Impressionante a falta de cultura inútil das pessoas. :)</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>TV</dc:subject>
<dc:date>2008-01-27T08:06:02-03:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Proibição do Counter Strike no Brasil</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/proibicao_do_counter_strike_no_brasil.html</link>
<description>O popular jogo Counter Strike foi proibido no Brasil, supostamente por ser &quot;nocivo à saúde do consumidor&quot;, de acordo com o juíz que decidiu sobre o caso. O também popular Everquest foi proibido pelos mesmos motivos. O argumento é que, como no jogo se pode ser bandido ou mocinho, isso causaria um desvirtuamento de valores e conflitos psicológicos &quot;pesados&quot;. A grande pergunta é: com base em que chegaram a esta conclusão? Certamente psicólogos analisaram pessoas aleatórias que jogam Counter Strike regularmente e as compararam a um grupo de controle que nunca jogou o jogo e, então, chegaram a conclusão que os que jogam são mais desvirtuados (seja lá o que isso quer dizer) e são seriamente afetados psicologicamente (idem). Ou talvez tenham feito um estudo estatístico que mostra que entre os crimes registrados, uma fatia relevante é cometida por pessoas que jogam Counter Strike regularmente ou que a criminalidade, ou o número de pessoas desvirtuadas (seja lá o que isso quer dizer) em geral têm crescido com o lançamento dos jogos em questão. Ou, ainda, um maior número de consumidores têm reportado danos à sua saúde devido ao uso do jogo e algum estudo mostra que isso é por causa do jogo e não pelo fato de que ficam enfurnados em uma lan-house por 18 horas seguidas. Quer dizer, tem que ser por algum desses motivos, certo? Não pode ser somente por que algum grupo de pessoas ficou chocada com os joguinhos e argumentou com coisas do tipo &quot;onde esse mundo vai parar?&quot;. Afinal, não há alguma cláusula em algum lugar que exige que a justiça seja minimamente científica? Ou estou vendo CSI demais? Enfim, se jogos tivessem alguma influência maior em nossas vidas, nossa geração (aqueles que viveram sua infância nos 80 e 90), como diz a piada, estaria vestida de amarela, abrindo e fechando a boca, correndo pelas ruas atrás de fantasmas e bolinhas brancas....</description>
<guid isPermaLink="false">3484@http://www.pontomidia.com.br/ricardo/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>O popular jogo Counter Strike foi <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL265391-6174,00.html">proibido no Brasil</a>, supostamente por ser "nocivo à saúde do consumidor", de acordo com o juíz que decidiu sobre o caso. O também popular Everquest foi proibido pelos mesmos motivos. O argumento é que, como no jogo se pode ser bandido ou mocinho, isso causaria um desvirtuamento de valores e conflitos psicológicos "pesados". </p>

<p>A grande pergunta é: com base em que chegaram a esta conclusão? Certamente psicólogos analisaram pessoas aleatórias que jogam Counter Strike regularmente e as compararam a um grupo de controle que nunca jogou o jogo e, então, chegaram a conclusão que os que jogam são mais desvirtuados (seja lá o que isso quer dizer) e são seriamente afetados psicologicamente (idem). Ou talvez tenham feito um estudo estatístico que mostra que entre os crimes registrados, uma fatia relevante é cometida por pessoas que jogam Counter Strike regularmente ou que a criminalidade, ou o número de pessoas desvirtuadas (seja lá o que isso quer dizer) em geral têm crescido com o lançamento dos jogos em questão. Ou, ainda, um maior número de consumidores têm reportado danos à sua saúde devido ao uso do jogo e algum estudo mostra que isso é por causa do jogo e não pelo fato de que ficam enfurnados em uma lan-house por 18 horas seguidas.</p>

<p>Quer dizer, tem que ser por algum desses motivos, certo? Não pode ser somente por que algum grupo de pessoas ficou chocada com os joguinhos e argumentou com coisas do tipo "onde esse mundo vai parar?". Afinal, não há alguma cláusula em algum lugar que exige que a justiça seja minimamente científica? Ou estou vendo CSI demais?</p>

<p>Enfim, se jogos tivessem alguma influência maior em nossas vidas, nossa geração (aqueles que viveram sua infância nos 80 e 90), como diz a piada, estaria vestida de amarela, abrindo e fechando a boca, correndo pelas ruas atrás de fantasmas e bolinhas brancas.</p>

<center><img src="http://www.oldmanmusings.com/Media/2005/20051222_PacMan_CollegeAntics.jpg"></center></p>
<p>
<a href="http://www.pontomidia.com.br/ricardo/arquivos/proibicao_do_counter_strike_no_brasil.html#comments" title="Comment on: Proibição do Counter Strike no Brasil">Comentarios (2)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a title="http://blog.yeltsinlima.com/2008/01/23/proibicao-resolve/" href="http://blog.yeltsinlima.com/2008/01/23/proibicao-resolve/" rel="nofollow">Yeltsin Lima</a> on 
jan 23, 2008 12:24 PM) 

Também comentei sobre isso :-)</p>
<p>(Wagner on 
jan 24, 2008 10:05 AM) 

Ou então seríamos terrivelmente influenciados pelos jogos adventure dos anos 90, e passaríamos furtando pequenos objetos em todos os lugares que visitássemos, tentando combiná-los das formas mais malucas possíveis para construir um raio sônico ou uma máquina do tempo ou simplesmente para convencer alguém a dormir com você.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject>Jogos</dc:subject>
<dc:date>2008-01-19T08:01:18-03:00</dc:date>
</item>


</channel>
</rss>